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Bnei Anussim – Judeus sefaraditas

Antes de tratar o assunto quero deixar claro que o texto base para essas afirmações é do Wikipedia. Apesar de ser um site livre e o texto possa vir de várias fontes, quero deixar claro que pesquisamos e editamos o texto primordial. Preferi não alterar o texto no site original, por que não achei pertinente. Alguns detalhes foram alterados justamente por falta de fontes, mas como fiz alguns telefonemas e li algumas coisas aproveitando o feriado, decidi postar algo novo, o que não fazemos a bastante tempo. Pedi permissão de um site do Flickr para postar algumas fotos tradicionais de judeus sefaraditas (o site que geralmente usamos para postar fotos aqui), as fotos foram liberadas e como sempre citaremos a fonte no final do que for cidato. Ok?

Fontes para as Fotos:

http://www.flickr.com/photos/10227535@N08/

Judeus Sefaraditas ou Judeus Sefarditas - Sarará

Judeus Sefaraditas ou Judeus Sefarditas

Bnei Anussim:

Bnei anussim, filhos dos forçados ou “ben anús” (filho forçado) ou ainda judeus marranos. Sãos os descendentes de judeus oriundos de Portugal, Espanha, Turquia E península ibérica em geral. Estes foram obrigados a se converterem ao cristianismo pela imposição da “Santa Inquisição”, que oficialmente durou cinco séculos. No Brasil, os B’nei Anusim são encontrados principalmente em regiões de antiga colonização como na região Nordeste e na região Sudeste do Brasil.

Judeus sefaraditas - Judeus sefarditas - sararás!

Judeus sefaraditas – Judeus sefarditas – sararás!


História

Como boa parte dos perseguidos pela inquisição eram judeus, e uma parte um pouco menor dos perseguidos pelos inquisidores era de outros grupos, há muitos vestígios históricos a se vasculhar. Infelizmente essa é uma parte da história que pouco se fala, apesar da contribuição étnica e cultural que ainda sim é tratada com desprezo. As dores e torturas perduraram muitos séculos. Devido o medo, a história ficou por muitos séculos esquecida, adormecida ou encoberta com o sangue dos judeus que tinham esperança em voltar ao judaísmo ou serem resgatados por seus irmãos. Isso por que uma pequena parte dos judeus de sefarad saíram do Brasil e ajudaram a construir A Nova Amsterdã, conhecida hoje como Estados Unidos da América (USA – EUA).

RABI YOSSEF HAYIM - O ilustre legislador sefardi, Ben Ish Chai

RABI YOSSEF HAYIM – O ilustre legislador sefardi, Ben Ish Chai

RABI YOSSEF HAYIM - O ilustre legislador sefardi, Ben Ish Chai

RABI YOSSEF HAYIM – O ilustre legislador sefardi, Ben Ish Chai

Na atualidade a história ficou popularizada pela internet com o vídeo “Zog Marano”, cantada em Idsh, língua tradicional dos judeus Arianos europeus. Devido às muitas histórias entre os nordestinos e mineiros sobre seus “parentes judeus” (que em grande parte acredita que é “história de roceiro”, tendo muitas lendas em torno disto) Pela curiosidade sobre o fundo de verdade histórica, muitos jovens têm procurado resgatar essa história perdida.

Hoje explica-se o fato de os judeus sefaradí serem minoria, mesmo estando em grande numero na península ibérica desde a época do rei Salomão, as grandes perseguições na Idade média. Os judeus sefaraditas na estavam em Israel no Século I e.c. Já os Azkenazim foram expulsos de Israel depois da destruição do segundo templo e foram para as regiões Européias próximas a Azkhenáz.

Menina judia sarará

Menina judia sarará

Características

Bnei anussim é o grupo de cripto-judeus ou somente de judeus descendentes dos Sefarditas (grupo de judeus com características semitas (Bnei Shem, como os árabes). Em geral, os sefaradí tem cabelo crespo, pele morena e nariz adunco, distinguindo-se dos Falasha e Lambas (Judeus Etíopes – reza a lenda que possivelmente sejam filhos de shlomo há Meleach com a rainha de Shabáh) e dos Asquenazes (judeus com características arianas, descendentes de alemães). Judeus não são proselitistas e a explicação dessas variações na “raça” é a união familiar cruzadas no decorrer da história judaica. Na China existem judeus com características chinesas e no Marrocos conservam o estereótipo árabe(semita). Em maioria os judeus Sefaraí carregam por característica cabelo crespo e nariz protuberante, sendo que no Brasil a maioria (com conhecimento judaico) parece muito com os europeus, pois são descendentes dos judeus Azkhenazi, refugiados no Brasil no período pós segunda guerra mundial.

Menina judia sarará

Segundo lendas dessas mesmas famílias sefaraditas e como mostra o documentário “A Estrela oculta do sertão”, que apesar de não conhecerem ou praticar integralmente a tradição e a religião judaica, ainda guardam o conhecimento geracional de sua identidade judaica, geralmente no nordeste. Segundo essas mesmas famílias, a tradição diz que a palavra sarará vem de sefarad(Espanha), embora a pronuncia seja parecida e haja ainda uma discordância entre o que tradicionalmente se lê em livros da literatura nacional, fica em aberto uma das supostas marcas da etnia inicial dos sarará (sefarad)como relatado por Colerus, que conheceu em Rhynsburg a Bento Spinoza um proeminente erudito e judeu sefaradita. Falando sobre Bento Spinoza, um dos mais destacados judeus Sefaraditas declara, “era de mediana estatura, feições regulares, pele morena, cabelos pretos e crespos, sobrancelhas negras e bastas, denunciando claramente a descendência de judeus Sefaradim ou Sefaraditas (Originalmente naturais da Espanha).”

Mesmo não tendo uma prova concisa, temos uma possível correlação adjetiva que divide-se no significado Etmológico da palavra, pois popularmente no nordeste e em outras regiões o termo sarará (entre os marranos) é aplicado para pessoas de pele clara e cabelo crespo ou morenos de cabelo crespo claro ou escuro.

Isaac Aboab Fonseca - Primeiro Rabino Sefardita para os Sefaradí Maranos

Isaac Aboab Fonseca – Primeiro Rabino Sefardita para os Sefaradí Maranos

Possivelmente a aplicação desse termo existia e foi evoluindo e se modificando dependendo da influência e da percepção sócio-cultural de cada região. Durante o passar dos anos o Marrano (Ben Anús sefaradita) foi perdendo sua identidade por não conhecer detalhes históricos que foram esquecidos e ocultados. Os pocessados pela “Santa Inquisição” tiveram seus bens espoliados e seu contato com cultura e educação (tanto laica quanto religiosa) foi restrito, boa parte deles passaram a viver nos agrestes, sertões e cidades pequenas.

Segundo antropólogos, outra teoria interessante sobre a feijoada, partindo do principio que em outros países onde a inquisição era fortemente aplicada, pratos preparados de forma muito peculiar e com mesmas características que a feijoada eram a mais eficaz forma de teste de anti-judaísmo para reconhecer quais eram os praticantes da religião. Pratos a base de carne de porco misturado eram preparados para a confirmação do teste. Não somente a feijoada, mas pratos típicos de minas gerais e do nordeste Brasileiro são preparados de igual forma o que atesta a teoria de que não é somente esse prato guarda essas características. Apesar de não ser uma posição oficial histórica, é um forte indicio pára o reconhecimento de detalhes particulares a cultura, tradição e indicio da religião, que embora não apareça tão latente, ainda guarda marcas e cicatrizes fortes na cultura.

Judeu do norte da Africa

Judeu do norte da Africa

Uma outra marca forte é o Berrante que em suma é igual ao instrumento usado tradicionalmente em guerras e na religião judaica, o Shofar. O berrante carrega características muito semelhantes ao Shofar. Especialmente o Shofar de chifre de antílope. A principal diferença entre o Shofar e o Berrante é que o berrante é produzido com o chifre de boi e o shofar é sempre produzido com chifre de carneiro ou de antílope e nunca de boi.

Referências:

  1. http://www.conversaojudaica.org/cultura.php
  2. http://www.beliefnet.com/Faiths/Judaism/2002/07/The-More-Jews-The-Better.aspx
  3. http://history.sffs.org/films/film_details.php?id=1636&searchfield=falasha

Ligações externas

Judeus Sefarditas

Sefarditas (em hebraico ספרדים, sefardi; no plural, sefardim) é o termo usado para referir aos descendentes de Judeus originários de Portugal, Espanha, etc. A palavra tem origem na denominação hebraica para designar a Península Ibérica (Sefarad ספרד ).

Os sefarditas fugiram das perseguições que lhes foram movidas na Península Ibérica na inquisição espanhola (1478 -1834), onde eram perseguidos pela Igreja Católica, dirigindo-se a vários outros territórios. Uma grande parte fugiu para o norte de África, onde viveram durante séculos. Milhares se refugiaram no Novo Mundo, principalmente Brasil e México, onde nos dias atuais concentram milhares de descendentes dos fugitivos. Os sefarditas são divididos hoje em Ocidentais e Orientais. Os Ocidentais são os chamados judeus hispano-portugueses, enquanto os orientais são os sefardim que viveram no Império Otomano.

Com o advento do sionismo e particularmente após a crise israeli-árabe de 1967, quando as minorias judaicas nos países árabes foram alvo de ataques, muitos dos judeus vivendo em países árabes foram viver em Israel, onde formam hoje um importante segmento da população, com uma tradição cultural diferente dos outros asquenazi.

Por isso, o termo sefardita é frequentemente usado em Israel hoje para referir os Judeus oriundos do norte de África. Entretanto é um erro referir-se genericamente à todos os judeus norte-africanos e dos países árabes como sefardim. Os judeus mais antigos destes países são chamados Mizrachim (de Mizrach, o Oriente), ou seja, orientais.

Houve importantes comunidades sefarditas nos países árabes, quase sempre conflitivas com as comunidades autóctones, sobretudo no Egito, Tunísia e Síria. São judeus hispanicos que quase sempre se opõem à qabbalá (cabalá) sefardita e mantêm um serviço religioso bem disciplinado e de melodias suaves. O rito ocidental é conhecido como Castelhano-Português.

Os Sefarditas foram responsáveis por boa parte do desenvolvimento da Cabaláh medieval e muitos rabinos sefarditas escreveram importantes tratados judaicos que são usados até hoje em tratados e em estudos importantes.

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“Você deve se orgulhar do sobrenome que tem!” – Sobrenome Pinto – Familia Pinto

Valorizando os nacionais. O Brasil, bem como os Brasileiros tem um hábito que é explicado historicamente. Em grande parte é valorizado mais o que vem de fora do que a história, cultura e valores nacionais. Os judeus nativos do Brasil tentam explicar a sua história procurando vínculos diretos com Portugal ou Espanha, quando na verdade a raiz da história migrou para o Brasil e aqui é nossa raiz e guarda nossa história. Resgatá-la é um dever nosso e não deve morrer. A história está aqui e tem continuidade aqui.

Segue uma matéria ótima que pesquisei e estou pondo na integra e você poderá conferir direto na fonte.

Entramos em contato com o site, mas não obtemos respostas, por isso postamos e aplicamos a fonte da Notícia, por que isso não é acontecimento, mas Notícia.

Ziraldo, meu irmão:

Tenho um pedido inusitado a lhe fazer: uma amiga minha, professora de Nova Lima (perto de sua terra) está com um problema sério. Uma aluninha dela está com vergonha do sobrenome Pinto. E naturalmente a garotada da classe cai em cima pra aumentar ainda mais o desconforto da menina. A professora, Renilda, enfrentou a barra com jeito, criatividade, mas não conseguiu resolver a coisa de todo. Sugeri que ela falasse de você e de outros Pintos famosos. Ela vai falar numa aula próxima. Mas eu acho que você poderia dar a maior força se a contatasse (e-mail, talvez seja mais fácil) e mandasse um alô e orientação à sua maneira pra resgatar uma menina que está com vergonha do glorioso nome.

Envio abaixo um relato da professora pra você ter uma idéia do que aconteceu e acontece. Sem dúvida você tira de letra a coisa. Como eu não tenho (infelizmente) um Pinto no nome pra explicar melhor, deixo pra você essa responsabilidade, se puder, lógico.
Um abraço do

Mauricio.

(segue-se o relato da professora Renilda)
Amigo Mauricio:

Vou “tentar” ser rápida para te contar um dos casos que te prometi. Tudo ocorreu, na sexta-feira passada, justo no dia da minha tutora!

No tal projeto que devo desenvolver, “A gente faz um país”, eu deveria levar as crianças à conclusão que, através dos sobrenomes das pessoas, somos capazes de descobrir a origem das famílias. Tive que fazer um cartaz com os nomes de todos os alunos e cada um dizia seu sobrenome para que eu pudesse registrá-lo no cartaz. (Cometi uma falta grave! Eu deveria ter olhado os sobrenomes antes dessa tarefa. Acho que assim teria evitado a confusão. Mas como recordar os sobrenomes de 84 alunos?).
Voltemos ao “causo”: Quando estava chegando na vez da Paula dizer seu sobrenome, comecei a perceber uma certa agitação, mesclada de risos, de deboche. Assim que lhe perguntei o sobrenome ela disse imediatamente: “AGUIAR!”

Foi um alvoroço na sala! Todos gritavam: “É mentira! É mentira! O sobrenome dela não é esse!”

A Paula, categórica, retrucava: ” É esse mesmo, minha mãe me disse!”

Resolvi entrar e enfrentar o impasse, dizendo: “Ora! Vocês querem saber mais do que ela qual é o seu sobrenome? Ela já é uma mocinha e sabe dizer seu nome certo!”

Os alunos não se conformavam e a Paula, amuada, baixou a cabeça na carteira.

Eu disse que era fácil averiguar, bastava verificar no livro de chamada da classe. Na mesma hora a Paula levantou a cabeça e disse: “Mas, tia! Aqui eles não sabem meu nome certo!”

Eu expliquei a ela que, para fazer a matrícula, os pais enviaram a certidão de nascimento e que não havia dúvidas.

“Tia, minha mãe falou que eles escreveram errado na certidão!”

Eu já estava curiosa para ver o tal sobrenome. E vi. Coitadinha! Compreendi todo o seu desespero! PINTO!!!

Essa palavra, para crianças de 7 a 9 anos, é o máximo!!!!

Eu olhava para minha tutora, notava que ela esperava uma atitude minha! Ela ainda não sabia nada do Pinto!

Muito séria eu li : “Paula Cristina Pinto!”

Os alunos abaixavam a cabeça para rir, outros menos discretos soltaram gargalhadas, e a coitadinha encolhida de humilhação!

Eu disse:”Por que os risos? Qual a graça num nome tão bonito? Eu quero saber o por quê desse alvoroço! Alguém vai ter que me falar! Joaquim, por que você ri tanto?”

“Ah, tia! Não tenho coragem de falar! Fico com vergonha!”

E fui perguntando para todos. Com risinhos envergonhados, ninguém se atrevia a me explicar… até que o João, que é mais atrevido, disse:

“É que o sobrenome dela é Pinto!”

“E o que tem isso demais? Conheço um tanto de Pintos!”

Nessa hora eu mesma vi a conotação da minha frase na cabecinha deles, e corrigi: “Um tanto de gente que tem o sobrenome PINTO! Qual a graça nisso?”

“Ah, tia! É que pinto, é aquela coisa do homem!”

Eu, fingindo surpresa, indaguei: “Que coisa do homem que chama Pinto? Não conheço nenhuma!”

A Juliana, a assanhada da sala, logo se prontificou a explicar: “É aquele negócio que o homem tem pra fazer xixi!”

A Manuela, querendo ser mais inteligente, disse: “Sua burra! A gente fala é sexo do homem!”

Eu “superassustada”, perguntei: “O quê? O homem tem um pinto? Eu não sabia!!!! E esse pinto faz o xixi pro homem??? Eu sei que pinto é o filhote da galinha, que ele faz piu…piu…, que come bichinhos… Não sabia que o homem tem um dentro da cueca!!! ”
A sala veio abaixo de tanto rir! Eu já não estava conseguindo me segurar, com vontade de rir!

Perguntei aos meninos, quem teria coragem de me mostrar o seu pinto!! Que eu estava curiosa para ver se ele piava e se não os bicava, se ficava quietinho dentro da cueca, se não morria com falta de ar!!!

Daniel, o sabichão, disse: “É outro pinto tia! Não é o da galinha não! É o negócio do homem! ”

Aí, eu fui explicar, que o “negócio” do homem se chamava pênis e não Pinto! Que quando é criancinha, as pessoas carinhosamente chamam de pinto, para facilitar (facilitar para eles e complicar para as professoras)! Falei que agora, eles já eram grandinhos e estavam aprendendo uma nova palavra: PÊNIS!!!

Ainda pedi: “Vamos repetir? Quantas sílabas ela tem? Então como ela será classificada? Como se chama esse acento?”

Não sei se tomei a atitude certa, só sei que a Paula começou até a rir dos meninos, e acabou sua tristeza, apesar de não se conformar ainda com o seu “Pinto”, pois no final da aula, ela me procurou e disse:”Eu sou Aguiar sim, minha mãe falou! O homem lá do cartório é que confundiu!”

O caso se resolveu de um lado, mas ainda estou preocupada! Essa menina, por complexo, está rejeitando o próprio nome, negando sua identidade!

Como você acha que devo lidar com ela? Como ajudá-la a aceitar? Falei com ela sobre a família Magalhães Pinto, da tradição e orgulho deles pelo nome. Falei que não é o sobrenome que nos faz, e sim nós que tornamos nosso sobrenome honrado ou…maldito!

Agora, preciso descobrir a origem da família Pinto.

Quero só ver a avaliação da minha tutora!!!

Fique com Deus, amigo!

Mande um beijão pro Chico Bento!!!…

Renilda

( e agora, a resposta do Ziraldo)

Renilda:

Diz pra Paula que ela deve se orgulhar do sobrenome que tem. Ela, certamente, deve ser moreninha, como todos os que têm esse sobrenome. Fiquem sabendo que nós, os Pintos, não somos cristãos-novos como os que têm sobrenome de bichos – Coelho, Carneiro, Raposo, Leão – ou nome de árvores, como Carvalho, Pinheiro, Macieira, Pereira, Oliveira, etc. Nós somos descendentes dos judeus morenos da Península Ibérica, os Sefardins. Quando os árabes chegaram à Portugal, encontraram os lusos que eram branquíssimos, descendentes dos Celtas. Os lusos – os primeiros portugueses – levaram o maior susto com aquela gente morena e achavam que nossa turma era pintada de marrom. E passou a chamar a gente de pinto, ou seja, o particípio passado sincopado do verbo pintar (assim como ganho e ganhado). Pinto quer dizer pintado. Ou seja: moreno. É um belo sobrenome e a Paula deve se orgulhar dele. Nós não somos filhotes de galinha.

Um beijo do

Ziraldo

com aval do Mauricio de Sousa

Obs.: Os nomes verdadeiros foram trocados por fictícios para manter em sigilo a verdadeira identidade das crianças.


02.09.2005

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Fonte: http://www.monica.com.br/mauricio/cronicas/cron289.htm

 

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