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Judeus sefarditas – Cultura e povo que não quer morrer – Judeus morenos de cabelos crespos? – ספרדים

 

 

 

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Imagens meramente Ilustrativas. Albert Einstein - Judeu e Cientista.

Imagens meramente Ilustrativas. Albert Einstein - Judeu e Cientista.
Foto meramente ilustrativa. Imagens meramente Ilustrativas. Albert Einstein – Judeu e Cientista.

Imagens meramente Ilustrativas. Albert Einstein - Judeu e Cientista.

Os Judeus de cabelos crespos

 

Diante de tantos questionamentos de como é a raça Judaica e como pode alguns Judeus terem cabelo liso e pele claríssima, enquanto outros têm cabelo Crespo e serem morenos, e até mesmo cabelo muito crespo e serem negros, a resposta é a seguinte, Leia a história e os processos que levaram os Judeus a se espalharem pelo mundo. Esse é um tema muito longo que não dá pra falar em um comentário casual de uma revista virtual que é funcionalmente para ser lida em intervalos e momentos de pesquisa rápida. Essa revista, totalmente grátis e sem envolvimento com um grupo ou uma instituição, é somente um informativo e um meio de regar algumas famílias, já interadas no que é judaísmo, a obterem respostas que a tradição recebida de seus pais não lhes deu.

 

Então o que são os Judeus? Judeus são árabes ( no sentido mais geral da palavra ),  semitas como todos os árabes filhos de Shem (SEM um dos filhos de Noach (Noé)). A história semita mostra que todos eram um povo só, mas que dentro desse povo o Eterno disse para um grupo se separar e dentro dele outro e outro e assim chegamos aos Judeus. Com o ódio crescendo ao seu redor e com a expulsão de seu território inicial, os judeus foram se espalhando pela Europa, Ásia, África, Península Ibérica e Américas. Isso ocorre a quase Dois Mil anos ou mais.

Com o grande rigor de normas familiares de casamento, mas com pequenas restrições e com as conversões ocorridas na Europa, Os Judeus se misturaram com outros povos e hoje estão se agrupando em Eretz Israel (terra de Israel,  hoje um estado Civil).

 

Ao contrário do que a história oficial apresentada até hoje, que diz que o Brasil foi colonizado por Brancos portugueses e por negros, recentes  informações, não tão recentes assim, afirmam que o Brasil foi colonizado por Brancos portugueses, Judeus Hispânicos, Judeus Portugueses, Negros, Árabes e Afro Árabes.

 

Ou seja, nossos conceitos de Brancos e negros e raças no Brasil é totalmente Confuso, por que até então, não tínhamos nenhumas dessas informações, ao menos ao público geral e grande massa.

Por esse motivo no Brasil é um dos únicos lugares no mundo em que a barreira racial (Essa barreira referida não é racismo, mas uma noção exata de quem o individuo é e a ligação com seus iguais), quase não existe. O que não significa que não existe racismo, ao contrário, em grande maioria somos todos muito superficiais no julgamento racial e nem sabemos ao certo como nos relacionar com essas novas informações, isso sendo muito amplo e não especifico na generalização.

 

Na Espanha por exemplo sabemos que Ela era a segunda casa de nosso povo na GALUT (diáspora), pois vivíamos em paz e em convivência harmoniosa com Cristãos e Muçulmanos. Fora isso, Judeus espalhados pelo mundo poderiam encontrar na Espanha um refugio e abrigo com seus irmãos. Por isso algumas características de judeus de várias partes do mundo se reúnem no Brasil. Segundo a teoria da tradição de algumas famílias sefaradi, que são poucas as que guardam memórias desses tempos diga-se de passagem. Parte das famílias da Espanha foram lançadas para Portugal, que na recém descoberta da terra prometida lançou para o Brasil os que teriam dificuldades de formarem povo e famílias mistas com os portugueses, fora a intolerância dos que visivelmente ainda tinham características, tanto judaicas como Árabes. Desses, grande parte foi lançada para os Sertões, agrestes e lugares isolados. Seu dinheiro foi roubado, Suas famílias viveram um holocausto “sem fim”, seus livros queimados, sem direto ao estudo, a identidade e sem seus bens. Qual é o reflexo disso nas sociedades dos interiores, agrestes e sertões do Brasil? veja a densidade demográfica e veja que os descendentes de um povo grande e poderoso ficou sem seu direito mais poderoso, suas raízes e seu estudo.

 

Com muito custo aos poucos a alma judaica está se despertando e chegando a maturidade e o conhecimento de quem ela realmente é e com isso estamos chegando a uma era em que se manifestará. Portanto Nordestinos, sertanejos, Agrestinos tem um orgulho a ser percebido. O centro de cultura nordestina podemos fechar os olhos e ouvir a boa musica do oriente, que só precisa ser bem peneirada e encontraremos bons tesouros ali.

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ORIGEM JUDAICA – cearenses, permanbucanos, Alagoanos, mineiros – Teshuvah.

B”H

 

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ORIGEM JUDAICA

Nordestino pode virar cidadão israelense

O Sindicato Israelense de Comunidades das Vítimas dos Tribunais Inquisitórios (Haistadrut Haisraelit Lekehilot Haanoussim) está convocando os nordestinos de origem judaica, que desejam pleitear o direito de imigrar para Israel e receber todos os direitos próprios dos cidadãos israelense de origem judaica. O Chefe do Comitê Diretivo do Sindicato, Asher Ben-Shlomo, informou que essa iniciativa poderá beneficiar de 50 mil a 100 mil famílias nordestinas, com ascendência judaica.

De Israel, Asher Ben-Shlomo, falou ao telefone com o Diário do Nordeste e explicou que o Sindicato atua na linha de defesa dos direitos humanos. Segundo ele, essa seria uma forma de reparar direitos para a comunidade de judeus que se radicou no Nordeste do Brasil, ao mesmo tempo em que se retomaria às tradições, especialmente a religião que é a base da cultura nacional judaica.

Shlomo conta que a perseguição aos judeus na Península Ibérica durou o período compreendido entre os séculos XVI e XVII, quando a Igreja Católica considerou como atos criminosos a prática das tradições judaicas. Todo tipo de transgressão a esse pensamento estava susceptível à ameaça da queima da fogueira.

A idéia de resgate aos descendentes de perseguidos daquele momento histórico, de acordo com Shlomo, deve ganhar corpo a partir do julgamento de uma ação que está sendo movida no Tribunal Superior de Justiça, em Israel, tendo como réu o rabinato chefe de Israel os tribunais rabínicos daquele País. Com isso, pretende-se criar uma jurisprudência para que os judeus nordestinos possam migarem para Israel, desde que sejam comprovadas as caracterizações dos costumes judaicos portugueses.

Os judeus-nordestinos, que tiverem seus direitos reconhecidos, seriam destinados para a região Sul de Israel, onde poderiam ser instalados novos Kibutz, uma experiência de agricultura comunitária, que atua na produção de alimentos, como também na logística militar, como postos avançados com colonos com treinamento militar e armas.

Shlomo descarta que os judeus-nordestinos devam ser destinados para atividades militares, não obstante as forças armadas de Israel serem um grande empregador. A região é uma das mais conflituosas em torno da disputa da terra, especialmente com a comunidade palestina. Somente este ano, Israel pôde promover a retirada de 6 mil famílias na Faixa de Gaza, o que deu um alento para a paz no Oriente Médio.

“Nosso sindicato tem por finalidade a defesa dos direitos humanos. Acreditamos que Israel vive hoje uma situação que levará a paz para a região. É nesse âmbito que defendemos os direitos dos judeus nordestinos”, afirmou.

Descendente de judeus poloneses, sobreviventes do holocausto na II Guerra Mundial, Shlomo casou-se com uma alagoana, Cícera Henrique Shlomo, que se insere nas populações nordestinas judaicas.

 

Fonte: Diário do Nordeste, de 13 de outubro de 2005 (Fortaleza-CE)

 

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