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Arquivo da categoria: Origens das famílias

Família carneiro – Video – Os judeus do Brasil

Esse Vídeo foi feito por Rosa Carneiro fala um pouco sobre a história da Família, é um vídeo Laico e não religioso e por isso estamos postando-o aqui. Gostaríamos que Rosa entrasse em contato conosco para permitir que o vídeo continue sendo divulgado aqui no site.

Espero que gostem, pois para nós é um vídeo de bela iniciativa, que embora não seja um vídeo religioso, mantém algum conceito teológico, mas gostaria de informar que jornalisticamente falando é um excelente material.
Espero que tenhamos mais materiais como este com depoimentos, fotos e etc. Espero que ajude a todos.

 

Piratas do caribe? – Judeu sefardita – Sephardic Jew – יהודי ספרדי

Você já ouviu contos de pirata? Com certeza. Mas já ouviu histórias sobre um pirata judeu sefardita? Pois é. Para conhecer mais sobre a cultura judaica e em especial aqui citamos a fascinante história do pirata judeu sefardita.

Jean Lafitte – Judeu sefardita - Sephardic Jew - יהודי ספרדי

Jean Lafitte – Judeu sefardita - Sephardic Jew - יהודי ספרדי

Yet tales of Jewish piracy, which stretch back thousands of years, aren’t in the public’s consciousness, and Hollywood even has been known to remove a pirate’s Jewish background. No entanto, contos de pirataria judaica, que remontam a milhares de anos, não são facilmente encontradas no conhecimento do público e até mesmo Hollywood tem sido removidas as origens judias de um pirata. As a result, we’re stuck with portrayals of pirates as wayward English seamen on a murderous rampage. Como resultado, nós estamos presos com retratos dos piratas como indócil marinheiros Ingleses numa fúria assassina.
But now a forthcoming book hopes to change that image by focusing on Ladino-speaking Jews whose piracy grew out of the Inquisition. “The Jewish pirates were Sephardic. Once they were kicked out of Spain [in 1492], the more adventurous Jews went to the New World,” said Ed Kritzler, whose yet-untitled book on Jewish pirates will be published by Doubleday in spring 2007.Um livro pode mudar por completo essa imagem, focado na fala de um judeu Ladino cuja pirataria cresceu fora da Inquisição. “Os piratas judeus do caribe. Uma vez que eles foram expulsos de Espanha [em 1492], os aventureiros judeus foram para Novo Mundo “, disse Ed Kritzler, que descreve em seu livro sobre piratas judeus publicado em 2008 pela Doubleday.

A historia da “pirataria” e navegação dos judeus é muito mais antiga do que se imagina. Muitos judeus participaram de viajes marítimas em Grandes Cruzadas. Na época do Segundo Templo (1 Séc EC) o historiador Flávio Josefo faz registros históricos de Hircano Aristóbulo acusado de “atos de pirataria marítima”

Esses não são piratas como acredita-se convencionalmente. Boa parte destes não aceitaram a imposição e lutavam contra regras opressivas e lutavam por liberdade. É algo que hoje é vastamente apregoado e comentado, porém em suas épocas isso era absolutamente contra o modo comum de comportamento comum, pois subjugo era aplicado em amplitude na sociedade. É difícil precisar a quantidade exata ou até parcial de quantos judeus eram piratas, até porque muitos viviam o cripto judaísmo (os chamados bnei Anussim), devido o grande numero de conversões forçadas ou impostas pela Inquisição em toda a extensão da península ibérica.

Alguns estudiosos dizem que por motivo de vingança ou para angariar recursos para fortalecer a comunidade Sefaradita, alguns judeus como Samuel Pallache assumiram a pirataria para justificar seus propósitos. Samuel Pallache afirmava que a pirataria seria para dar uma vida melhor para os judeus expulsos da Espanha no período da inquisição.

Imagem de Samuel Pallache:

Samuel Pallache – Judeu sefardita  - Sephardic Jew - יהודי ספרדי

Samuel Pallache – Judeu sefardita - Sephardic Jew - יהודי ספרדי

Um dos piratas chamado Moisés Cohen Henriques, ajudou a planejar um dos maiores roubos da história contra a Espanha. In 1628, Henriques set sail with Dutch West India Co. Admiral Piet Hein, whose own hatred of Spain was fueled by four years spent as a galley slave aboard a Spanish ship. Em 1628, Henriques partiu com o holandês West India Co. Almirante Piet Hein, cujo ódio à Espanha foi alimentado por quatro anos como escravo da cozinha a bordo de um navio espanhol. Henriques and Hein boarded Spanish ships off Cuba and seized shipments of New World gold and silver worth in today’s dollars about the same as Disney’s total box office for “Dead Man’s Chest.” Henriques e Hein embarcaram navios espanhóis de Cuba e apreenderam carregamentos de ouro Novo Mundo e prata no mesmo valor em dólares de hoje total que a Disney recebeu pelo filme “Piratas do Caribe”. Henrriques montou sua própria ilha de piratas ao largo da costa brasileira posteriormente, e apesar de seu papel na invasão, foi divulgado durante a inquisição espanhola, que foi capturado.

 

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Orgulho de ser nordestino – Judeus

Hoje os moderadores do grupo que organizam as matérias e fomentam o grupo estiveram comentando como esse grupo tem ajudado famílias na reestruturação desse galho da arvore genealógica que algum tempo estava perdido. Foi comentado que por falta de conhecimento ou perda de identidade muitos tinham vergonha do sobrenome ou de uma tradição ou até mesmo de características físicas, mas que hoje depois da aceitação e do resgate das suas origens pode-se entender melhor de onde viemos e para onde vamos. Por muito tempo alguns da região sudeste ficavam com vergonha e escondiam as origens nordestinas.

Hoje é motivo de orgulho, padrão e modelo para o mundo. Muitos até então buscavam as origens judaicas em Portugal ou Espanha, mas depois de descobrir que de fato houve uma “limpeza étnica” e que os sephardic foram isolados no nordeste do Brasil, a identidade renasce e o orgulho de ser quem é remonta um espírito nacionalista e não busca mais pelo estrangeirismo. Não buscamos mais o reconhecimento de quem somos e perdemos o medo de se esconder. Uns poucos resistentes abrem os olhos daqueles que só ficam sabendo do resgate pelos meios de comunicação. Somos o que somos. Não somos portugueses, seus antepassados torturaram nossas famílias. O Brasil é nosso exílio.

Exílio esse que se tornou nosso lar e aos poucos tomam a primazia étnica como se eles fossem nossas origens. Nossa origem é Avraham (Abraão) e Guardamos nossas tradições, criamos outras e vamos continuar a espera da grande reunião, quando estaremos reunidos em Israel por Mashiach. Mesmo que alguns não retornem ao judaísmo, ainda sim seremos uma família judaica. Podem tentar escapar culturalmente ou religiosamente, mas no fim sabem quem são e retornaram em breve.

Recebemos noticias no blog que alguns já fazem reuniões e já voltaram a pratica do casamento entre os de mesma raiz familiar abandonando o medo tradicional que alguns tinham recebido por imposição da inquisição.

A Israel moderna, passa por problemas de disputa de terras, nós por opressão étnica e disputa pelas origens. Não importa se são Filisteus, palestinos, portugueses, turcos ou persas, a questão não é étnica. A questão é que os nomes mudam, mas os desafios permanecem os mesmos.  A inquisição portuguesa feriu de maneira muito forte os sefaradi a ponto de perdermos a noção de onde é a nossa origem e a ponto de não sabermos onde fica a ponta da corda para o retorno. Mas a resposta é simples. Simplesmente inicie pelo inicio e em casa. Depois o restante acontece.

Judeus de origem nordestina, do sudeste, do centro-oeste ou do sul. Não importa. Não há diferença se nossos nomes são em português, alemão, polonês ou em árabe. Não importa se nosso nariz é fino ou alongado, redondo ou pontudo. Não importa se fosse parece um Sefaradí ou um Azkenazi, você faz parte disso, você está junto conosco e não pode abandonar a causa pela ciência das origens do nosso povo e para onde vamos. Nosso coração é israelita.

 

Bnei Anussim – Judeus sefaraditas

Antes de tratar o assunto quero deixar claro que o texto base para essas afirmações é do Wikipedia. Apesar de ser um site livre e o texto possa vir de várias fontes, quero deixar claro que pesquisamos e editamos o texto primordial. Preferi não alterar o texto no site original, por que não achei pertinente. Alguns detalhes foram alterados justamente por falta de fontes, mas como fiz alguns telefonemas e li algumas coisas aproveitando o feriado, decidi postar algo novo, o que não fazemos a bastante tempo. Pedi permissão de um site do Flickr para postar algumas fotos tradicionais de judeus sefaraditas (o site que geralmente usamos para postar fotos aqui), as fotos foram liberadas e como sempre citaremos a fonte no final do que for cidato. Ok?

Fontes para as Fotos:

http://www.flickr.com/photos/10227535@N08/

Judeus Sefaraditas ou Judeus Sefarditas - Sarará

Judeus Sefaraditas ou Judeus Sefarditas

Bnei Anussim:

Bnei anussim, filhos dos forçados ou “ben anús” (filho forçado) ou ainda judeus marranos. Sãos os descendentes de judeus oriundos de Portugal, Espanha, Turquia E península ibérica em geral. Estes foram obrigados a se converterem ao cristianismo pela imposição da “Santa Inquisição”, que oficialmente durou cinco séculos. No Brasil, os B’nei Anusim são encontrados principalmente em regiões de antiga colonização como na região Nordeste e na região Sudeste do Brasil.

Judeus sefaraditas - Judeus sefarditas - sararás!

Judeus sefaraditas – Judeus sefarditas – sararás!


História

Como boa parte dos perseguidos pela inquisição eram judeus, e uma parte um pouco menor dos perseguidos pelos inquisidores era de outros grupos, há muitos vestígios históricos a se vasculhar. Infelizmente essa é uma parte da história que pouco se fala, apesar da contribuição étnica e cultural que ainda sim é tratada com desprezo. As dores e torturas perduraram muitos séculos. Devido o medo, a história ficou por muitos séculos esquecida, adormecida ou encoberta com o sangue dos judeus que tinham esperança em voltar ao judaísmo ou serem resgatados por seus irmãos. Isso por que uma pequena parte dos judeus de sefarad saíram do Brasil e ajudaram a construir A Nova Amsterdã, conhecida hoje como Estados Unidos da América (USA – EUA).

RABI YOSSEF HAYIM - O ilustre legislador sefardi, Ben Ish Chai

RABI YOSSEF HAYIM – O ilustre legislador sefardi, Ben Ish Chai

RABI YOSSEF HAYIM - O ilustre legislador sefardi, Ben Ish Chai

RABI YOSSEF HAYIM – O ilustre legislador sefardi, Ben Ish Chai

Na atualidade a história ficou popularizada pela internet com o vídeo “Zog Marano”, cantada em Idsh, língua tradicional dos judeus Arianos europeus. Devido às muitas histórias entre os nordestinos e mineiros sobre seus “parentes judeus” (que em grande parte acredita que é “história de roceiro”, tendo muitas lendas em torno disto) Pela curiosidade sobre o fundo de verdade histórica, muitos jovens têm procurado resgatar essa história perdida.

Hoje explica-se o fato de os judeus sefaradí serem minoria, mesmo estando em grande numero na península ibérica desde a época do rei Salomão, as grandes perseguições na Idade média. Os judeus sefaraditas na estavam em Israel no Século I e.c. Já os Azkenazim foram expulsos de Israel depois da destruição do segundo templo e foram para as regiões Européias próximas a Azkhenáz.

Menina judia sarará

Menina judia sarará

Características

Bnei anussim é o grupo de cripto-judeus ou somente de judeus descendentes dos Sefarditas (grupo de judeus com características semitas (Bnei Shem, como os árabes). Em geral, os sefaradí tem cabelo crespo, pele morena e nariz adunco, distinguindo-se dos Falasha e Lambas (Judeus Etíopes – reza a lenda que possivelmente sejam filhos de shlomo há Meleach com a rainha de Shabáh) e dos Asquenazes (judeus com características arianas, descendentes de alemães). Judeus não são proselitistas e a explicação dessas variações na “raça” é a união familiar cruzadas no decorrer da história judaica. Na China existem judeus com características chinesas e no Marrocos conservam o estereótipo árabe(semita). Em maioria os judeus Sefaraí carregam por característica cabelo crespo e nariz protuberante, sendo que no Brasil a maioria (com conhecimento judaico) parece muito com os europeus, pois são descendentes dos judeus Azkhenazi, refugiados no Brasil no período pós segunda guerra mundial.

Menina judia sarará

Segundo lendas dessas mesmas famílias sefaraditas e como mostra o documentário “A Estrela oculta do sertão”, que apesar de não conhecerem ou praticar integralmente a tradição e a religião judaica, ainda guardam o conhecimento geracional de sua identidade judaica, geralmente no nordeste. Segundo essas mesmas famílias, a tradição diz que a palavra sarará vem de sefarad(Espanha), embora a pronuncia seja parecida e haja ainda uma discordância entre o que tradicionalmente se lê em livros da literatura nacional, fica em aberto uma das supostas marcas da etnia inicial dos sarará (sefarad)como relatado por Colerus, que conheceu em Rhynsburg a Bento Spinoza um proeminente erudito e judeu sefaradita. Falando sobre Bento Spinoza, um dos mais destacados judeus Sefaraditas declara, “era de mediana estatura, feições regulares, pele morena, cabelos pretos e crespos, sobrancelhas negras e bastas, denunciando claramente a descendência de judeus Sefaradim ou Sefaraditas (Originalmente naturais da Espanha).”

Mesmo não tendo uma prova concisa, temos uma possível correlação adjetiva que divide-se no significado Etmológico da palavra, pois popularmente no nordeste e em outras regiões o termo sarará (entre os marranos) é aplicado para pessoas de pele clara e cabelo crespo ou morenos de cabelo crespo claro ou escuro.

Isaac Aboab Fonseca - Primeiro Rabino Sefardita para os Sefaradí Maranos

Isaac Aboab Fonseca – Primeiro Rabino Sefardita para os Sefaradí Maranos

Possivelmente a aplicação desse termo existia e foi evoluindo e se modificando dependendo da influência e da percepção sócio-cultural de cada região. Durante o passar dos anos o Marrano (Ben Anús sefaradita) foi perdendo sua identidade por não conhecer detalhes históricos que foram esquecidos e ocultados. Os pocessados pela “Santa Inquisição” tiveram seus bens espoliados e seu contato com cultura e educação (tanto laica quanto religiosa) foi restrito, boa parte deles passaram a viver nos agrestes, sertões e cidades pequenas.

Segundo antropólogos, outra teoria interessante sobre a feijoada, partindo do principio que em outros países onde a inquisição era fortemente aplicada, pratos preparados de forma muito peculiar e com mesmas características que a feijoada eram a mais eficaz forma de teste de anti-judaísmo para reconhecer quais eram os praticantes da religião. Pratos a base de carne de porco misturado eram preparados para a confirmação do teste. Não somente a feijoada, mas pratos típicos de minas gerais e do nordeste Brasileiro são preparados de igual forma o que atesta a teoria de que não é somente esse prato guarda essas características. Apesar de não ser uma posição oficial histórica, é um forte indicio pára o reconhecimento de detalhes particulares a cultura, tradição e indicio da religião, que embora não apareça tão latente, ainda guarda marcas e cicatrizes fortes na cultura.

Judeu do norte da Africa

Judeu do norte da Africa

Uma outra marca forte é o Berrante que em suma é igual ao instrumento usado tradicionalmente em guerras e na religião judaica, o Shofar. O berrante carrega características muito semelhantes ao Shofar. Especialmente o Shofar de chifre de antílope. A principal diferença entre o Shofar e o Berrante é que o berrante é produzido com o chifre de boi e o shofar é sempre produzido com chifre de carneiro ou de antílope e nunca de boi.

Referências:

  1. http://www.conversaojudaica.org/cultura.php
  2. http://www.beliefnet.com/Faiths/Judaism/2002/07/The-More-Jews-The-Better.aspx
  3. http://history.sffs.org/films/film_details.php?id=1636&searchfield=falasha

Ligações externas

Judeus Sefarditas

Sefarditas (em hebraico ספרדים, sefardi; no plural, sefardim) é o termo usado para referir aos descendentes de Judeus originários de Portugal, Espanha, etc. A palavra tem origem na denominação hebraica para designar a Península Ibérica (Sefarad ספרד ).

Os sefarditas fugiram das perseguições que lhes foram movidas na Península Ibérica na inquisição espanhola (1478 -1834), onde eram perseguidos pela Igreja Católica, dirigindo-se a vários outros territórios. Uma grande parte fugiu para o norte de África, onde viveram durante séculos. Milhares se refugiaram no Novo Mundo, principalmente Brasil e México, onde nos dias atuais concentram milhares de descendentes dos fugitivos. Os sefarditas são divididos hoje em Ocidentais e Orientais. Os Ocidentais são os chamados judeus hispano-portugueses, enquanto os orientais são os sefardim que viveram no Império Otomano.

Com o advento do sionismo e particularmente após a crise israeli-árabe de 1967, quando as minorias judaicas nos países árabes foram alvo de ataques, muitos dos judeus vivendo em países árabes foram viver em Israel, onde formam hoje um importante segmento da população, com uma tradição cultural diferente dos outros asquenazi.

Por isso, o termo sefardita é frequentemente usado em Israel hoje para referir os Judeus oriundos do norte de África. Entretanto é um erro referir-se genericamente à todos os judeus norte-africanos e dos países árabes como sefardim. Os judeus mais antigos destes países são chamados Mizrachim (de Mizrach, o Oriente), ou seja, orientais.

Houve importantes comunidades sefarditas nos países árabes, quase sempre conflitivas com as comunidades autóctones, sobretudo no Egito, Tunísia e Síria. São judeus hispanicos que quase sempre se opõem à qabbalá (cabalá) sefardita e mantêm um serviço religioso bem disciplinado e de melodias suaves. O rito ocidental é conhecido como Castelhano-Português.

Os Sefarditas foram responsáveis por boa parte do desenvolvimento da Cabaláh medieval e muitos rabinos sefarditas escreveram importantes tratados judaicos que são usados até hoje em tratados e em estudos importantes.

 

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Encontro da Familia Carneiro

Esse encontro não é oficial da familia, mesmo assim é incentivado e divulgado para que outros façam o mesmo.

 

Judeus sefarditas – Cultura e povo que não quer morrer – Judeus morenos de cabelos crespos? – ספרדים

 

 

 

Vídeo 1

Vídeo 2

Vídeo 3

Vídeo 4

Imagens meramente Ilustrativas. Albert Einstein - Judeu e Cientista.

Imagens meramente Ilustrativas. Albert Einstein - Judeu e Cientista.
Foto meramente ilustrativa. Imagens meramente Ilustrativas. Albert Einstein – Judeu e Cientista.

Imagens meramente Ilustrativas. Albert Einstein - Judeu e Cientista.

Os Judeus de cabelos crespos

 

Diante de tantos questionamentos de como é a raça Judaica e como pode alguns Judeus terem cabelo liso e pele claríssima, enquanto outros têm cabelo Crespo e serem morenos, e até mesmo cabelo muito crespo e serem negros, a resposta é a seguinte, Leia a história e os processos que levaram os Judeus a se espalharem pelo mundo. Esse é um tema muito longo que não dá pra falar em um comentário casual de uma revista virtual que é funcionalmente para ser lida em intervalos e momentos de pesquisa rápida. Essa revista, totalmente grátis e sem envolvimento com um grupo ou uma instituição, é somente um informativo e um meio de regar algumas famílias, já interadas no que é judaísmo, a obterem respostas que a tradição recebida de seus pais não lhes deu.

 

Então o que são os Judeus? Judeus são árabes ( no sentido mais geral da palavra ),  semitas como todos os árabes filhos de Shem (SEM um dos filhos de Noach (Noé)). A história semita mostra que todos eram um povo só, mas que dentro desse povo o Eterno disse para um grupo se separar e dentro dele outro e outro e assim chegamos aos Judeus. Com o ódio crescendo ao seu redor e com a expulsão de seu território inicial, os judeus foram se espalhando pela Europa, Ásia, África, Península Ibérica e Américas. Isso ocorre a quase Dois Mil anos ou mais.

Com o grande rigor de normas familiares de casamento, mas com pequenas restrições e com as conversões ocorridas na Europa, Os Judeus se misturaram com outros povos e hoje estão se agrupando em Eretz Israel (terra de Israel,  hoje um estado Civil).

 

Ao contrário do que a história oficial apresentada até hoje, que diz que o Brasil foi colonizado por Brancos portugueses e por negros, recentes  informações, não tão recentes assim, afirmam que o Brasil foi colonizado por Brancos portugueses, Judeus Hispânicos, Judeus Portugueses, Negros, Árabes e Afro Árabes.

 

Ou seja, nossos conceitos de Brancos e negros e raças no Brasil é totalmente Confuso, por que até então, não tínhamos nenhumas dessas informações, ao menos ao público geral e grande massa.

Por esse motivo no Brasil é um dos únicos lugares no mundo em que a barreira racial (Essa barreira referida não é racismo, mas uma noção exata de quem o individuo é e a ligação com seus iguais), quase não existe. O que não significa que não existe racismo, ao contrário, em grande maioria somos todos muito superficiais no julgamento racial e nem sabemos ao certo como nos relacionar com essas novas informações, isso sendo muito amplo e não especifico na generalização.

 

Na Espanha por exemplo sabemos que Ela era a segunda casa de nosso povo na GALUT (diáspora), pois vivíamos em paz e em convivência harmoniosa com Cristãos e Muçulmanos. Fora isso, Judeus espalhados pelo mundo poderiam encontrar na Espanha um refugio e abrigo com seus irmãos. Por isso algumas características de judeus de várias partes do mundo se reúnem no Brasil. Segundo a teoria da tradição de algumas famílias sefaradi, que são poucas as que guardam memórias desses tempos diga-se de passagem. Parte das famílias da Espanha foram lançadas para Portugal, que na recém descoberta da terra prometida lançou para o Brasil os que teriam dificuldades de formarem povo e famílias mistas com os portugueses, fora a intolerância dos que visivelmente ainda tinham características, tanto judaicas como Árabes. Desses, grande parte foi lançada para os Sertões, agrestes e lugares isolados. Seu dinheiro foi roubado, Suas famílias viveram um holocausto “sem fim”, seus livros queimados, sem direto ao estudo, a identidade e sem seus bens. Qual é o reflexo disso nas sociedades dos interiores, agrestes e sertões do Brasil? veja a densidade demográfica e veja que os descendentes de um povo grande e poderoso ficou sem seu direito mais poderoso, suas raízes e seu estudo.

 

Com muito custo aos poucos a alma judaica está se despertando e chegando a maturidade e o conhecimento de quem ela realmente é e com isso estamos chegando a uma era em que se manifestará. Portanto Nordestinos, sertanejos, Agrestinos tem um orgulho a ser percebido. O centro de cultura nordestina podemos fechar os olhos e ouvir a boa musica do oriente, que só precisa ser bem peneirada e encontraremos bons tesouros ali.

DOE PARA ESTE PROJETO NO LINK ABAIXO:

Captura de Tela 2015-03-06 às 13.15.06

 

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Crenças judaicas Sefarditas – ספרדים

 

 

 

 

Imagem de Judeu sefardita retirada do site flickr

Imagem de Judeu sefardita retirada do site flickr - Foto meramente ilustrativa.

 

 

 

 

 

 

Prosseguindo com os relatos em relação as origens e o estudo das crenças do judaísmo. É muito difícil hoje falar sobre crenças e tradições judaicas sem antes observarmos um fato interessante que ocorre com nosso povo. Temos uma variedade grande de crenças talvez maior que o nosso numero de Etinias. Já dizia um ditado antigo, dois Judeus, quatro opiniões… – não 5! – Louco! são 12! E assim vai. Como essa revista é dirigida por sefarditas, preferimos defender as opiniões sefarditas.

 

Está muito em alta hoje em dia falar sobre reencarnação em nossas rodas de conversa. E ficamos com diferenças de opinião quanto a isso, até por que a grande maioria do material Judaico que se tem acesso é azkenazi e a crença judaica na reencarnação em grande maioria provem da parte dos azkenazim e não dos sefaradim. Mas de onde veio a crença na Reencarnação. Sem contestar as revelações posteriores, na Toráh não há uma revelação ou conhecimento que HaShem, bendito seja ele , tenha dado a seu povo. Na verdade Os relatos mais antigos vieram de outros povos como os povos pais dos Hindus e dos Egípcios que não deixam de ser povos pós hebreus ou povos filhos dos Hebreus. Mesmo assim quando vemos Sefer Chanoch verificamos que alguns segredos Celestiais foram dados aos homens pelos Sentinelas que se macularam com as mulheres dos homens. Esses shedim deram aos homens o conhecimento de artes mágicas e como adquirir poder da lei natural da Elohut Leis que foram criadas por HaShem, mas que não haviam sido reveladas. Hoje conhecemos algumas, um grande exemplo é a gravidade. 

 

Pela tradição Sefardita não cremos na Reencarnação como uma fonte fiel de caminhar, até por que, como já vimos alguns homens não evoluem justamente por crerem que podem fazer isso em uma próxima vida. Outro fato é que se alguém consegue consultar os mortos, mesmo que se passe muito tempo depois de sua morte, reencarnação passa a não existir. Fora isso também temos o fato de se cremos em reencarnação, cremos também que raças e classes sociais devem se manter distantes e não devemos interagir na ajuda, por que se alguém sofre por ter feito algo errado, essa pessoa deve pagar justamente pelo que cometeu e ajuda-las seria interferir na justiça e a nossa magnífica Toráh nos instrui a ajudar o próximo. Se ajudar o próximo é atrapalhar a justiça em algum caso, isso iria contradizer a Toráh que nos ordena tzedakáh e diz que ela é ajudar o caído. Bem existem também outros casos que mostram comprovações entre a reencarnação e a Toráh e como existem pós e contras, decidimos não dar uma opinião concreta, mas mesmo assim, mantemos a crença de apenas uma vida, por que A vida é HaShem e se HaShem é Echad a vida também e Echad. Outro fato é que damos prioridade ao que a Toráh nos dá a entender, mesmo que ela não diga diretamente. Por exemplo Mashiach, a Toráh fala sobre mashiach, mas é no Tanach que encontramos mais detalhes sobre o seu advento. Fora isso na Toráh e na tanach não falam nada sobre reencarnação. provavelmente a crença na reencarnação judaica veio dos protestantes da Europa que tiveram contato com os Azkenazim. O serviço azkenazim é muito parecido com o Serviço das Igrejas cristãs da Alemanha, Áustria e Polônia, pois nesses lugares os ritos são mais cerimoniais. já para os Azkenazim a festa e uma exagerada gritaria algumas fezes se faz mais presente. Assim acontece em todos os movimentos Semitas até mesmo com os árabes.

 

Crer ou não crer em reencarnação não é uma mitzváh, mas é arriscado abrir uma porta para uma crença que não seja de uma fonte 100% judaica. Até mesmo atos de magia não devem ser incentivados apesar de crermos na cabala ksher. Devemos ficar com olhos atentos e estar constantemente aprendendo e procurando informações de onde vieram as coisas, justamente para não deixar que o estrangerismo nos domine.  Para um Sefardita é preciso ter em mente uma coisa, não pense muito sobre o que há de ser na outra vida, se preocupe em viver o máximo dentro da Toráh essa vida seja exemplo dos fieis, se nossa justiça não esceder e muito a justiça de um sofer e de um chassid, como pretendemos participar do tikum Olam e sermos merecedores do Malchut. Faça o possível aqui nessa vida, ajude outros a evoluírem nessa vida, você pode ser punido por viver desleixadamente, essa vida e pode não receber outra por desprezar o presente dessa e se levar outros a despreocupação com essa mesma vida, pode ser responsável por não dar chance de evolução para outra vida. Portanto estude a Toráh, mais que nossos sábios saibam o que estavam falando e tragam formas místicas para chegar a HaShem, devemos entender que na Toráh está a sabedoria e a base para toda a vida e se existirem, as outras também.

 

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