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	<title>Família Carneiro - Origens e tradições dos sefaradim. &#187; nordestino</title>
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	<description>Esse é um blog da minha família e ele não representa a visão geral de bnei anussim e nem dos outrso sefaradi. Não representamos nenhuma entidade de teshuvah e não representamos comunidades judaicas. Se somos judeus não é uma questão de aceitação, mas de história. Não esperamos ser aceitos como judeus, sefaraditas, marranos ou bnei anussim. Esse é somente um grupo de estudos para os membros da família carneiro.                      Contato: familia_carneiro-subscribe@yahoogrupos.com.br</description>
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		<title>Família Carneiro - Origens e tradições dos sefaradim. &#187; nordestino</title>
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		<title>Amazônia, terra prometida &#8211; Reportagem Revista Veja</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 14:07:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagoalmeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vida brasileira
Amazônia, terra prometida
A história dos judeus sefarditas que
emigraram para o Pará e o Amazonas

Leonardo Coutinho



Octavio Cardoso



A FAMÍLIA                    BARCESSAT
O clã do engenheiro Isaac Barcessat, de 74 anos (no círculo branco da foto acima), foi dos poucos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=bneianussim.wordpress.com&blog=4263016&post=198&subd=bneianussim&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><strong>Vida brasileira<br />
Amazônia, terra prometida</strong></p>
<p>A história dos judeus sefarditas que<br />
emigraram para o Pará e o Amazonas</p>
<p><img src="http://veja.abril.com.br/veja_online_2003/imagens/fioAssinatura.gif" alt="" width="250" height="7" /><br />
Leonardo Coutinho</p>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="350" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>Octavio Cardoso<br />
<img src="http://veja.abril.com.br/080306/imagens/vida_brasileira1.jpg" alt="" width="350" height="211" /></td>
</tr>
<tr>
<td>A FAMÍLIA                    BARCESSAT<br />
O clã do engenheiro Isaac Barcessat, de 74 anos<em> (no círculo branco da foto acima),</em> foi dos poucos                    que conseguiram manter as raízes judaicas intactas. Barcessat                    é neto de sefarditas marroquinos que imigraram para o                    Pará no século XIX. Seu avô, Fortunato Athias,                    começou a vida no Brasil em 1880, fabricando cachaça.                    Depois, tornou-se dono de um seringal e, finalmente, estabeleceu-se                    na cidade de Breves, no Pará. Lá, nasceu Ana,                    a mãe de Barcessat <em>(no círculo branco da foto                    abaixo). </em></td>
</tr>
<tr>
<td>Arquivo pessoal<br />
<img src="http://veja.abril.com.br/080306/imagens/vida_brasileira2.jpg" alt="" width="350" height="313" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="1" width="270" align="right" bgcolor="#000000">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="11" width="100%" bgcolor="#eeeeee">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://veja.abril.com.br/veja_online_2003/imagens/retrancas/vejaTambem.gif" alt="" width="70" height="14" /></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://veja.abril.com.br/veja_online_2003/imagens/pixTransp.gif" alt="" height="8" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" valign="top"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:xx-small;">NESTA                                REPORTAGEM</span></td>
</tr>
<tr>
<td width="8" valign="top"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:xx-small;"><img src="http://veja.abril.com.br/veja_online_2003/imagens/setLarjD.gif" alt="" vspace="3" /></span></td>
<td><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:xx-small;"><strong><a href="Janela('pop_vida.html','T1','620','175');">Quadro:                                As ondas de imigração judaica</a></strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O Brasil recebeu cinco ondas de                imigração judaica. A primeira ocorreu em 1630, quando                Pernambuco foi tomado pelos holandeses. Nos 24 anos de dominação                holandesa no Nordeste, eles fundaram a primeira colônia hebraica                e a primeira sinagoga na América. Sob um governo de tolerância                religiosa, os judeus chegaram a constituir 50% da população                &#8220;branca&#8221; pernambucana nesse período. Com a derrota dos holandeses,                os judeus perderam seus negócios. Expulsos, ajudaram a fundar                Nova Amsterdã, hoje Nova York. Dessa fase, sobraram apenas                as ruínas da sinagoga pernambucana. A segunda leva deixou                marcas mais profundas, embora não aparentes. No início                do século XIX, judeus marroquinos emigraram para a Amazônia.                Eles foram atraídos pela promessa de liberdade de culto e                por uma campanha publicitária internacional feita pelo governo                da então província do Grão-Pará. Em                1880, chegaram a Manaus. A assimilação desses sefarditas                (como são chamados os judeus do norte da África) foi                tamanha que, atualmente, a proporção de descendentes                de judeus entre a população &#8220;branca&#8221; da Região                Norte é a maior do país.</p>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="300" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>Ricardo Oliveira<br />
<img src="http://veja.abril.com.br/080306/imagens/vida_brasileira3.jpg" alt="" width="300" height="151" /></td>
</tr>
<tr>
<td>UM RABINO QUE                    VIROU SANTO<br />
Em 1908, rabinos marroquinos enviaram um representante,                    Shalom Emanuel Muyal, para fiscalizar o cumprimento das regras                    judaicas pelos imigrantes na Amazônia. Muyal morreu dois                    anos depois. Ninguém sabe o motivo pelo qual ele ganhou                    fama de milagreiro entre os católicos de Manaus. Seu                    túmulo é alvo de peregrinações</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Uma investigação                genética dos brasileiros feita pela Universidade Federal                de Minas Gerais mostra que 16% da população da Amazônia                que se declara &#8220;branca&#8221; tem algum judeu entre seus antepassados. É                uma proporção muito maior do que a exibida por São                Paulo, onde vivem 60% dos 120.000 judeus brasileiros, ou por Pernambuco,                estado no qual essa cifra não supera 2%. A razão para                haver tantos descendentes de judeus na Amazônia se deve a                uma peculiaridade. Nos primeiros anos do século XIX, praticamente                só entraram no Brasil sefarditas do sexo masculino. Os mais                ricos conseguiram abrir lojas de secos e molhados em Belém                e outras cidades da região. A maioria, porém, adotou                a profissão de regatão, como é conhecido o                caixeiro-viajante que troca mercadorias industrializadas por produtos                da floresta, como látex e peles de animais. Os regatões                sefarditas só traziam a família para o Brasil ou se                casavam com judias depois que acumulavam dinheiro. No meio-tempo,                faziam como os portugueses: amancebavam-se com índias, caboclas                e até mesmo mulheres brancas católicas.</p>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="300" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>Roberto Setton<br />
<img src="http://veja.abril.com.br/080306/imagens/vida_brasileira4.jpg" alt="" width="300" height="200" /></td>
</tr>
<tr>
<td>A SINAGOGA DE                    BELÉM<br />
A capital do Pará abriga o templo mais antigo                    em funcionamento do país. Inaugurado em 1824, só                    foi precedido pela sinagoga fundada pelos judeus holandeses                    no Recife no século XVII, cujas ruínas foram descobertas                    nos anos 90</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A definição cultural                de judeu não segue integralmente a genética. Só                é considerado como tal quem tem mãe judia e pratica                a religião judaica. Por esse motivo, a maioria dos descendentes                dos regatões sefarditas não é reconhecida como                parte dessa comunidade. E a própria lógica da miscigenação                fez com que os laços com a cultura hebraica fossem completamente                perdidos nas gerações seguintes. Muitos nem sequer                sabem que descendem de judeus. Outros, ainda, se dizem judeus, mas                praticam o cristianismo. Em muitos casos, o ambiente isolado da                Amazônia esmoreceu a religiosidade dos imigrantes, que tinham                dificuldade para praticar sua fé. A primeira sinagoga de                Belém só foi inaugurada em 1824, catorze anos depois                da chegada dos primeiros sefarditas. O cemitério judaico                de Belém, o primeiro do país, foi inaugurado somente                em 1848. Para manterem vivas suas tradições, os imigrantes                mais fervorosos passaram a copiar a <em>Torá,</em> o livro                sagrado dos judeus, e outros textos religiosos a mão em cadernos                comuns. Em celebrações religiosas, como a da circuncisão,                a cachaça substituía o vinho. Pela tradição,                esse ritual deve ser realizado oito dias após o nascimento                do menino. Na Amazônia, eles aconteciam com até dez                anos de atraso. No início do século XX, um menino                foi circuncidado aos 12 anos, porque o pai esperou que nascessem                seus irmãos para ir uma vez só da floresta até                Belém. O aspecto paradoxal é que, se o isolamento                na floresta diluiu a religiosidade de parte dos sefarditas, ele                propiciou a preservação de seu idioma, o hakitía.                Hoje, a língua subsiste apenas em determinadas localidades                da Amazônia e no próprio Marrocos. &#8220;A importância                da floresta na manuntenção do hakitía é                inestimável&#8221;, diz o lingüista Mohamed El-Madkouri Maatoui,                da Universidade Autônoma de Madri.</p>
<p>No fim do século XIX,                os sefarditas enriqueceram com o ciclo da borracha. Os mais bem-sucedidos                mandaram seus filhos estudar no Rio de Janeiro. Em 1890, as notícias                da súbita prosperidade do Pará motivaram uma nova                onda de imigração judaica. Em boa parte, ela foi financiada                pelos que já estavam estabelecidos no país. A população                judaica no interior do Pará cresceria, assim, exponencialmente.                Para se ter uma idéia, metade dos 14.000 habitantes de Cametá,                um entreposto comercial da Amazônia, era constituída                por sefarditas. O êxito financeiro dos imigrantes provocou                uma onda de anti-semitismo. Há relatos de ataques feitos                a residências e lojas de imigrantes entre 1889 e 1901. As                agressões começavam com passeatas e terminavam com                depredações. Embora tenham sido chamadas de mata-judeus,                não há registro de que tenham resultado no assassinato                de ninguém.</p>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="300" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>Octavio Cardoso<br />
<img src="http://veja.abril.com.br/080306/imagens/vida_brasileira5.jpg" alt="" width="300" height="200" /></td>
</tr>
<tr>
<td>JUDEUS E CRISTÃOS<br />
A professora aposentada Meryam Shimon Benessuly, de                    75 anos <em>(de vermelho, no centro),</em> fala hakitía,                    idioma original dos sefarditas marroquinos, e segue à                    risca muitos costumes judaicos, mas trocou a religião                    de seus antepassados pelo catolicismo. &#8220;São costumes                    que adquiri quando criança e que faço questão                    que minha família mantenha. Não por fé,                    mas por orgulho de pertencer a uma cultura milenar&#8221;, diz                    ela</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O isolamento imposto aos sefarditas                na Amazônia chamou a atenção de rabinos no Marrocos,                no início do século XX. Para fiscalizar o cumprimento                das normas religiosas pela comunidade estabelecida na floresta,                Shalom Emanuel Muyal foi enviado à região, em 1908.                Dois anos depois de chegar a Manaus, Muyal foi vitimado por uma                doença tropical, provavelmente febre amarela. E aqui reside                um aspecto curiosíssimo do sincretismo brasileiro: depois                de sua morte, sabe-se lá o motivo, ele ganhou fama de milagreiro                entre os católicos locais. Muyal foi enterrado num canto                do principal cemitério de Manaus (não havia cemitérios                judaicos na capital amazonense naquele tempo) e sua sepultura tornou-se                alvo de peregrinações. A fim de evitar que as velas                acesas pelos fiéis danificassem a laje do túmulo,                o rabino da sinagoga de Manaus mandou construir um muro ao seu redor.                Os católicos não se deram por vencidos: passaram a                usar o obstáculo como suporte para placas e quadros em que                pedem graças e agradecem pelos pedidos que teriam sido atendidos                por Muyal. &#8220;É impressionante: ele se tornou o santo judeu                dos católicos da Amazônia&#8221;, admite Isaac Dahan, da                sinagoga de Manaus. A devoção é tanta que,                nos anos 60, uma tentativa de trasladar os restos mortais do rabino                milagreiro para Israel foi abortada em virtude das manifestações                indignadas dos amazonenses.</p>
<p>Quando o ciclo da borracha terminou,                no início do século XX, as famílias judias                mais ricas de Belém mudaram-se para o Rio de Janeiro. &#8220;Lá,                há uma espécie de sucursal da nossa comunidade&#8221;, diz                o rabino Moyses Elmescany, da capital paraense. Boa parte da influência                dos judeus na Amazônia foi apagada. A sinagoga de Cametá,                por exemplo, foi engolida pelo Rio Tocantins e não foi reconstruída.                Hoje, nenhum dos habitantes da cidade segue o judaísmo. Em                localidades como Óbidos, Breves e Muaná, no Pará,                e Tefé e Humaitá, no Amazonas, existem apenas sepulturas.                Da procura por uma extensão da Terra Prometida na Amazônia,                restaram genes escondidos.</p>
<p>FONTE:  http://veja.abril.com.br/080306/p_062.html</p>
<p>&#8216;<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://bneianussim.wordpress.com/2009/12/05/amazonia-terra-prometida-reportagem-revista-veja/"><img src="http://img.youtube.com/vi/1fLGcQjZCH0/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/bneianussim.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/bneianussim.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/bneianussim.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/bneianussim.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/bneianussim.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/bneianussim.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/bneianussim.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/bneianussim.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/bneianussim.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/bneianussim.wordpress.com/198/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=bneianussim.wordpress.com&blog=4263016&post=198&subd=bneianussim&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Hatzadik</media:title>
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		<title>&#8220;Você deve se orgulhar do sobrenome que tem!&#8221; &#8211; Sobrenome Pinto &#8211; Familia Pinto</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 12:23:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagoalmeida</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Valorizando os nacionais. O Brasil, bem como os Brasileiros tem um hábito que é explicado historicamente. Em grande parte é valorizado mais o que vem de fora do que a história, cultura e valores nacionais. Os judeus nativos do Brasil tentam explicar a sua história procurando vínculos diretos com Portugal ou Espanha, quando na verdade a raiz da história migrou para o Brasil e aqui é nossa raiz e guarda nossa história. Resgatá-la é um dever nosso e não deve morrer. A história está aqui e tem continuidade aqui.</p>
<p>Segue uma matéria ótima que pesquisei e estou pondo na integra e você poderá conferir direto na fonte.</p>
<p>Entramos em contato com o site, mas não obtemos respostas, por isso postamos e aplicamos a fonte da Notícia, por que isso não é acontecimento, mas Notícia.</p>
<table style="height:3324px;" border="0" width="419">
<tbody>
<tr style="text-align:justify;">
<td>
<table style="height:296px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="10" width="371" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<div><img src="http://www.monica.com.br/mauricio/cronicas/images/cron289.jpg" alt="" width="385" height="300" /></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ziraldo, meu irmão:</p>
<p>Tenho um pedido inusitado a lhe fazer: uma amiga minha, professora de Nova Lima (perto de sua terra) está com um problema sério. Uma aluninha dela está com vergonha do sobrenome Pinto. E naturalmente a garotada da classe cai em cima pra aumentar ainda mais o desconforto da menina. A professora, Renilda, enfrentou a barra com jeito, criatividade, mas não conseguiu resolver a coisa de todo. Sugeri que ela falasse de você e de outros Pintos famosos. Ela vai falar numa aula próxima. Mas eu acho que você poderia dar a maior força se a contatasse (e-mail, talvez seja mais fácil) e mandasse um alô e orientação à sua maneira pra resgatar uma menina que está com vergonha do glorioso nome.</p>
<p>Envio abaixo um relato da professora pra você ter uma idéia do que aconteceu e acontece. Sem dúvida você tira de letra a coisa. Como eu não tenho (infelizmente) um Pinto no nome pra explicar melhor, deixo pra você essa responsabilidade, se puder, lógico.<br />
Um abraço do</p>
<p>Mauricio.</p>
<p>(segue-se o relato da professora Renilda)<br />
Amigo Mauricio:</p>
<p>Vou &#8220;tentar&#8221; ser rápida para te contar um dos casos que te prometi. Tudo ocorreu, na sexta-feira passada, justo no dia da minha tutora!</p>
<p>No tal projeto que devo desenvolver, &#8220;A gente faz um país&#8221;, eu deveria levar as crianças à conclusão que, através dos sobrenomes das pessoas, somos capazes de descobrir a origem das famílias. Tive que fazer um cartaz com os nomes de todos os alunos e cada um dizia seu sobrenome para que eu pudesse registrá-lo no cartaz. (Cometi uma falta grave! Eu deveria ter olhado os sobrenomes antes dessa tarefa. Acho que assim teria evitado a confusão. Mas como recordar os sobrenomes de 84 alunos?).<br />
Voltemos ao &#8220;causo&#8221;: Quando estava chegando na vez da Paula dizer seu sobrenome, comecei a perceber uma certa agitação, mesclada de risos, de deboche. Assim que lhe perguntei o sobrenome ela disse imediatamente: &#8220;AGUIAR!&#8221;</p>
<p>Foi um alvoroço na sala! Todos gritavam: &#8220;É mentira! É mentira! O sobrenome dela não é esse!&#8221;</p>
<p>A Paula, categórica, retrucava: &#8221; É esse mesmo, minha mãe me disse!&#8221;</p>
<p>Resolvi entrar e enfrentar o impasse, dizendo: &#8220;Ora! Vocês querem saber mais do que ela qual é o seu sobrenome? Ela já é uma mocinha e sabe dizer seu nome certo!&#8221;</p>
<p>Os alunos não se conformavam e a Paula, amuada, baixou a cabeça na carteira.</p>
<p>Eu disse que era fácil averiguar, bastava verificar no livro de chamada da classe. Na mesma hora a Paula levantou a cabeça e disse: &#8220;Mas, tia! Aqui eles não sabem meu nome certo!&#8221;</p>
<p>Eu expliquei a ela que, para fazer a matrícula, os pais enviaram a certidão de nascimento e que não havia dúvidas.</p>
<p>&#8220;Tia, minha mãe falou que eles escreveram errado na certidão!&#8221;</p>
<p>Eu já estava curiosa para ver o tal sobrenome. E vi. Coitadinha! Compreendi todo o seu desespero! PINTO!!!</p>
<p>Essa palavra, para crianças de 7 a 9 anos, é o máximo!!!!</p>
<p>Eu olhava para minha tutora, notava que ela esperava uma atitude minha! Ela ainda não sabia nada do Pinto!</p>
<p>Muito séria eu li : &#8220;Paula Cristina Pinto!&#8221;</p>
<p>Os alunos abaixavam a cabeça para rir, outros menos discretos soltaram gargalhadas, e a coitadinha encolhida de humilhação!</p>
<p>Eu disse:&#8221;Por que os risos? Qual a graça num nome tão bonito? Eu quero saber o por quê desse alvoroço! Alguém vai ter que me falar! Joaquim, por que você ri tanto?&#8221;</p>
<p>&#8220;Ah, tia! Não tenho coragem de falar! Fico com vergonha!&#8221;</p>
<p>E fui perguntando para todos. Com risinhos envergonhados, ninguém se atrevia a me explicar&#8230; até que o João, que é mais atrevido, disse:</p>
<p>&#8220;É que o sobrenome dela é Pinto!&#8221;</p>
<p>&#8220;E o que tem isso demais? Conheço um tanto de Pintos!&#8221;</p>
<p>Nessa hora eu mesma vi a conotação da minha frase na cabecinha deles, e corrigi: &#8220;Um tanto de gente que tem o sobrenome PINTO! Qual a graça nisso?&#8221;</p>
<p>&#8220;Ah, tia! É que pinto, é aquela coisa do homem!&#8221;</p>
<p>Eu, fingindo surpresa, indaguei: &#8220;Que coisa do homem que chama Pinto? Não conheço nenhuma!&#8221;</p>
<p>A Juliana, a assanhada da sala, logo se prontificou a explicar: &#8220;É aquele negócio que o homem tem pra fazer xixi!&#8221;</p>
<p>A Manuela, querendo ser mais inteligente, disse: &#8220;Sua burra! A gente fala é sexo do homem!&#8221;</p>
<p>Eu &#8220;superassustada&#8221;, perguntei: &#8220;O quê? O homem tem um pinto? Eu não sabia!!!! E esse pinto faz o xixi pro homem??? Eu sei que pinto é o filhote da galinha, que ele faz piu&#8230;piu&#8230;, que come bichinhos&#8230; Não sabia que o homem tem um dentro da cueca!!! &#8220;<br />
A sala veio abaixo de tanto rir! Eu já não estava conseguindo me segurar, com vontade de rir!</p>
<p>Perguntei aos meninos, quem teria coragem de me mostrar o seu pinto!! Que eu estava curiosa para ver se ele piava e se não os bicava, se ficava quietinho dentro da cueca, se não morria com falta de ar!!!</p>
<p>Daniel, o sabichão, disse: &#8220;É outro pinto tia! Não é o da galinha não! É o negócio do homem! &#8220;</p>
<p>Aí, eu fui explicar, que o &#8220;negócio&#8221; do homem se chamava pênis e não Pinto! Que quando é criancinha, as pessoas carinhosamente chamam de pinto, para facilitar (facilitar para eles e complicar para as professoras)! Falei que agora, eles já eram grandinhos e estavam aprendendo uma nova palavra: PÊNIS!!!</p>
<p>Ainda pedi: &#8220;Vamos repetir? Quantas sílabas ela tem? Então como ela será classificada? Como se chama esse acento?&#8221;</p>
<p>Não sei se tomei a atitude certa, só sei que a Paula começou até a rir dos meninos, e acabou sua tristeza, apesar de não se conformar ainda com o seu &#8220;Pinto&#8221;, pois no final da aula, ela me procurou e disse:&#8221;Eu sou Aguiar sim, minha mãe falou! O homem lá do cartório é que confundiu!&#8221;</p>
<p>O caso se resolveu de um lado, mas ainda estou preocupada! Essa menina, por complexo, está rejeitando o próprio nome, negando sua identidade!</p>
<p>Como você acha que devo lidar com ela? Como ajudá-la a aceitar? Falei com ela sobre a família Magalhães Pinto, da tradição e orgulho deles pelo nome. Falei que não é o sobrenome que nos faz, e sim nós que tornamos nosso sobrenome honrado ou&#8230;maldito!</p>
<p>Agora, preciso descobrir a origem da família Pinto.</p>
<p>Quero só ver a avaliação da minha tutora!!!</p>
<p>Fique com Deus, amigo!</p>
<p>Mande um beijão pro Chico Bento!!!&#8230;</p>
<p>Renilda</p>
<p>( e agora, a resposta do Ziraldo)</p>
<p><img src="http://www.monica.com.br/mauricio/cronicas/images/cron289b.jpg" alt="" width="349" height="481" /></p>
<p><span style="color:#3366cc;">Renilda:</span></p>
<p>Diz pra Paula que ela deve se orgulhar do sobrenome que tem. Ela, certamente, deve ser moreninha, como todos os que têm esse sobrenome. Fiquem sabendo que nós, os Pintos, não somos cristãos-novos como os que têm sobrenome de bichos – Coelho, Carneiro, Raposo, Leão – ou nome de árvores, como Carvalho, Pinheiro, Macieira, Pereira, Oliveira, etc. Nós somos descendentes dos judeus morenos da Península Ibérica, os Sefardins. Quando os árabes chegaram à Portugal, encontraram os lusos que eram branquíssimos, descendentes dos Celtas. Os lusos – os primeiros portugueses – levaram o maior susto com aquela gente morena e achavam que nossa turma era pintada de marrom. E passou a chamar a gente de pinto, ou seja, o particípio passado sincopado do verbo pintar (assim como ganho e ganhado). Pinto quer dizer pintado. Ou seja: moreno. É um belo sobrenome e a Paula deve se orgulhar dele. Nós não somos filhotes de galinha.</p>
<p>Um beijo do</p>
<p>Ziraldo</p>
<p>com aval do Mauricio de Sousa</p>
<p>Obs.: Os nomes verdadeiros foram trocados por fictícios para manter em sigilo a verdadeira identidade das crianças.</p>
<p style="text-align:justify;"><img src="http://www.monica.com.br/mauricio/cronicas/images/b-assina.gif" alt="" /><br />
02.09.2005</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: <a href="http://www.monica.com.br/mauricio/cronicas/cron289.htm">http://www.monica.com.br/mauricio/cronicas/cron289.htm</a></p>
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		<title>Crenças judaicas Sefarditas &#8211; ספרדים</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 20:57:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagoalmeida</dc:creator>
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Prosseguindo com os relatos em relação as origens e o estudo das crenças do judaísmo. É muito difícil hoje falar sobre crenças e tradições judaicas sem antes observarmos um fato interessante que ocorre com nosso povo. Temos uma variedade grande de crenças talvez maior que o nosso numero de Etinias. Já dizia um ditado antigo, dois [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=bneianussim.wordpress.com&blog=4263016&post=81&subd=bneianussim&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<div><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></div>
<p> </p>
<div><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span></div>
<p> </p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></p>
<div id="attachment_84" class="wp-caption alignnone" style="width: 260px"><img class="size-full wp-image-84" title="Judeus Sefarditas - Jewish Sephardic" src="http://bneianussim.files.wordpress.com/2009/04/748069636_516707bb97_o.jpg?w=250&#038;h=384" alt="Imagem de Judeu sefardita retirada do site flickr" width="250" height="384" /><p class="wp-caption-text">Imagem de Judeu sefardita retirada do site flickr - Foto meramente ilustrativa.</p></div>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Prosseguindo com os relatos em relação as origens e o estudo das crenças do judaísmo. É muito difícil hoje falar sobre crenças e tradições judaicas sem antes observarmos um fato interessante que ocorre com nosso povo. Temos uma variedade grande de crenças talvez maior que o nosso numero de Etinias. Já dizia um ditado antigo, dois Judeus, quatro opiniões&#8230; &#8211; não 5! &#8211; Louco! são 12! E assim vai. Como essa revista é dirigida por sefarditas, preferimos defender as opiniões sefarditas. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Está muito em alta hoje em dia falar sobre reencarnação em nossas rodas de conversa. E ficamos com diferenças de opinião quanto a isso, até por que a grande maioria do material Judaico que se tem acesso é azkenazi e a crença judaica na reencarnação em grande maioria provem da parte dos azkenazim e não dos sefaradim. Mas de onde veio a crença na Reencarnação. Sem contestar as revelações posteriores, na Toráh não há uma revelação ou conhecimento que HaShem, bendito seja ele , tenha dado a seu povo. Na verdade Os relatos mais antigos vieram de outros povos como os povos pais dos Hindus e dos Egípcios que não deixam de ser povos pós hebreus ou povos filhos dos Hebreus. Mesmo assim quando vemos Sefer Chanoch verificamos que alguns segredos Celestiais foram dados aos homens pelos Sentinelas que se macularam com as mulheres dos homens. Esses shedim deram aos homens o conhecimento de artes mágicas e como adquirir poder da lei natural da Elohut Leis que foram criadas por HaShem, mas que não haviam sido reveladas. Hoje conhecemos algumas, um grande exemplo é a gravidade. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Pela tradição Sefardita não cremos na Reencarnação como uma fonte fiel de caminhar, até por que, como já vimos alguns homens não evoluem justamente por crerem que podem fazer isso em uma próxima vida. Outro fato é que se alguém consegue consultar os mortos, mesmo que se passe muito tempo depois de sua morte, reencarnação passa a não existir. Fora isso também temos o fato de se cremos em reencarnação, cremos também que raças e classes sociais devem se manter distantes e não devemos interagir na ajuda, por que se alguém sofre por ter feito algo errado, essa pessoa deve pagar justamente pelo que cometeu e ajuda-las seria interferir na justiça e a nossa magnífica Toráh nos instrui a ajudar o próximo. Se ajudar o próximo é atrapalhar a justiça em algum caso, isso iria contradizer a Toráh que nos ordena tzedakáh e diz que ela é ajudar o caído. Bem existem também outros casos que mostram comprovações entre a reencarnação e a Toráh e como existem pós e contras, decidimos não dar uma opinião concreta, mas mesmo assim, mantemos a crença de apenas uma vida, por que A vida é HaShem e se HaShem é Echad a vida também e Echad. Outro fato é que damos prioridade ao que a Toráh nos dá a entender, mesmo que ela não diga diretamente. Por exemplo Mashiach, a Toráh fala sobre mashiach, mas é no Tanach que encontramos mais detalhes sobre o seu advento. Fora isso na Toráh e na tanach não falam nada sobre reencarnação. provavelmente a crença na reencarnação judaica veio dos protestantes da Europa que tiveram contato com os Azkenazim. O serviço azkenazim é muito parecido com o Serviço das Igrejas cristãs da Alemanha, Áustria e Polônia, pois nesses lugares os ritos são mais cerimoniais. já para os Azkenazim a festa e uma exagerada gritaria algumas fezes se faz mais presente. Assim acontece em todos os movimentos Semitas até mesmo com os árabes. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Crer ou não crer em reencarnação não é uma mitzváh, mas é arriscado abrir uma porta para uma crença que não seja de uma fonte 100% judaica. Até mesmo atos de magia não devem ser incentivados apesar de crermos na cabala ksher. Devemos ficar com olhos atentos e estar constantemente aprendendo e procurando informações de onde vieram as coisas, justamente para não deixar que o estrangerismo nos domine.  Para um Sefardita é preciso ter em mente uma coisa, não pense muito sobre o que há de ser na outra vida, se preocupe em viver o máximo dentro da Toráh essa vida seja exemplo dos fieis, se nossa justiça não esceder e muito a justiça de um sofer e de um chassid, como pretendemos participar do tikum Olam e sermos merecedores do Malchut. Faça o possível aqui nessa vida, ajude outros a evoluírem nessa vida, você pode ser punido por viver desleixadamente, essa vida e pode não receber outra por desprezar o presente dessa e se levar outros a despreocupação com essa mesma vida, pode ser responsável por não dar chance de evolução para outra vida. Portanto estude a Toráh, mais que nossos sábios saibam o que estavam falando e tragam formas místicas para chegar a HaShem, devemos entender que na Toráh está a sabedoria e a base para toda a vida e se existirem, as outras também. </span></p>
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			<media:title type="html">Judeus Sefarditas - Jewish Sephardic</media:title>
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		<title>Judeus Sefarditas &#8211; jewish sephardic &#8211; ספרדים</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 20:23:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagoalmeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Judeus Sefarditas

De fato o Brasil é um país filho de Avrahan (Abraão). O que a História popular insiste em não comentar são os Sefarditas e vez ou outra um leve comentário sobre os mouro-árabes. O fato de acreditarem que o Brasil foi descoberto somente por Branco portugueses e negros, faz com que haja uma perda da identidade como raça e povo. Não estamos falando de racismo, estamos falando da barreira natural da identidade. O judeu não é branco, ou negro, ou moreno, judeu é judeu. Seja ele Azkenazi, sefardi, Mizraí, falasha e etc. Dentro da raça judaica existem Etnias e sempre mantemos o nosso respeito pelas Etnias Judaicas. Respeito deve sempre haver, e saber quem é, de onde veio, ajuda o indiviuo na caminhada para onde vai.
 
No Brasil existe um desenfreado crescimento da mistura racial que não existe em nenhum lugar do mundo, não com a mesma intensidade. Isso porque no Brasil havia uma barreira racista, essa barreira impedia que os Escravos se tornassem iguais aos livres. Depois da quebra dessa barreira, e com a falta de conhecimento da raiz Brasileira, criou-se algumas idéias gerais, chamadas de censo comum. Segundo o censo comum popular, não existe brancos no Brasil, por que se vem um Europeu alemão, por exemplo o cabelo, a cor e tudo remonta a Europa branca ariana. Outra idéia muito comum aceita pela maioria é a idéia de que passou de branco negro é, isso sem levar em conta as etnias que formaram o Brasil. Bem se levarmos em conta que os Judeus que vieram para o Brasil em sua maioria vieram da Ásia menor e de países árabes, que depois de buscarem refugio na Espanha medieval, foram expulsos para Portugal e deixando para traz os que poderiam se disfarçar com o povo local. E para o Brasil foram enviados os que racialmente lembravam muito os judeus medievais ou pré-medievais. Esses foram expulsos para o Brasil e buscaram refugio nos sertões e agrestes brasileiros. Lembrando que Pernambuco, Ceará e minas foram berço do cripto-judaísmo no Brasil. A cultura sertaneja também tem uma grande proximidade com a musica modal sefardita e as roupas são muito próximas as roupas festivas dos judeus do Yemen. Todos esses fatos só servem para comprovar que o Brasil é filho de Avrahan (Abraão) e que preservaram se não tudo pelo menos parte da cultura deixada pelos nossos antepassados. Os Semitas do Brasil, Aos poucos retomam suas forças na saída do cativeiro de Mitzraim (Egito) e sai, mesmo que se arrastando do agreste e o deserto desse imenso Brasil.
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			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;"><img class="alignnone size-full wp-image-70" title="Judeus Sefarditas - jew sephardic" src="http://bneianussim.files.wordpress.com/2009/03/ap-efbfbd-ariel-shalit.jpg" alt="Judeus Sefarditas - jew sephardic" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> Foto meramente ilustrativa.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<div><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;"> </span></div>
<p> </p>
<div><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;"></span></div>
<p> </p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Judeus Sefarditas</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">De fato o Brasil é um país filho de Avrahan (Abraão). O que a História popular insiste em não comentar são os Sefarditas e vez ou outra um leve comentário sobre os mouro-árabes. O fato de acreditarem que o Brasil foi descoberto somente por Branco portugueses e negros, faz com que haja uma perda da identidade como raça e povo. Não estamos falando de racismo, estamos falando da barreira natural da identidade. O judeu não é branco, ou negro, ou moreno, judeu é judeu. Seja ele Azkenazi, sefardi, Mizraí, falasha e etc. Dentro da raça judaica existem Etnias e sempre mantemos o nosso respeito pelas Etnias Judaicas. Respeito deve sempre haver, e saber quem é, de onde veio, ajuda o indiviuo na caminhada para onde vai.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:9pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">No Brasil existe um desenfreado crescimento da mistura racial que não existe em nenhum lugar do mundo, não com a mesma intensidade. Isso porque no Brasil havia uma barreira racista, essa barreira impedia que os Escravos se tornassem iguais aos livres. Depois da quebra dessa barreira, e com a falta de conhecimento da raiz Brasileira, criou-se algumas idéias gerais, chamadas de censo comum. Segundo o censo comum popular, não existe brancos no Brasil, por que se vem um Europeu alemão, por exemplo o cabelo, a cor e tudo remonta a Europa branca ariana. Outra idéia muito comum aceita pela maioria é a idéia de que passou de branco negro é, isso sem levar em conta as etnias que formaram o Brasil. Bem se levarmos em conta que os Judeus que vieram para o Brasil em sua maioria vieram da Ásia menor e de países árabes, que depois de buscarem refugio na Espanha medieval, foram expulsos para Portugal e deixando para traz os que poderiam se disfarçar com o povo local. E para o Brasil foram enviados os que racialmente lembravam muito os judeus medievais ou pré-medievais. Esses foram expulsos para o Brasil e buscaram refugio nos sertões e agrestes brasileiros. Lembrando que Pernambuco, Ceará e minas foram berço do cripto-judaísmo no Brasil. A cultura sertaneja também tem uma grande proximidade com a musica modal sefardita e as roupas são muito próximas as roupas festivas dos judeus do Yemen. Todos esses fatos só servem para comprovar que o Brasil é filho de Avrahan (Abraão) e que preservaram se não tudo pelo menos parte da cultura deixada pelos nossos antepassados. Os Semitas do Brasil, Aos poucos retomam suas forças na saída do cativeiro de Mitzraim (Egito) e sai, mesmo que se arrastando do agreste e o deserto desse imenso Brasil.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
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		<title>Judeus sefaraditas ( Judeu de origem Hispano-portuguesa), sefaradim ou sefarditas do nordeste e nordeste do Brasil? &#8211; ספרדים 犹太</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 20:49:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Judeus sefaradim (sefardim, sefaraditas, sefarditas), remontando a história desse povo sofrido que ficou escondido por muitos séculos escondido e que renasce, uns com medo de resurgir e outros sem medo de mostrar o rosto.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=bneianussim.wordpress.com&blog=4263016&post=65&subd=bneianussim&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div id="attachment_64" class="wp-caption aligncenter" style="width: 480px"><img class="size-full wp-image-64" title="sefaraditas, sefaradim ou sefarditas?" src="http://bneianussim.files.wordpress.com/2009/02/sefa1.jpg?w=470&#038;h=261" alt="imagem do dicionário com a comprovação de nossa origem do nordeste do brasil." width="470" height="261" /><p class="wp-caption-text">imagem do dicionário com a comprovação de nossa origem do nordeste do brasil.</p></div>
<p>Por muito tempo havia no Brasil o mito que de que os Judeus de origem hispânica e portuguesa seriam portugueses, mas o fato de terem nacionalidade portuguesa não significa que devam parecer com Portugueses tradicionais, mas com Judeus. Aos poucos o preconceito tem diminuído a esse respeito e os Judeus Sefaraditas tem se assumido e ocupado seu lugar familiar. Mesmo não obtendo grande aceitação na comunidade azkenazim e em algumas comunidades sefaraditas (de origem fora do Brasil) os Sefarditas do chamado Cripto-judaísmo tem estudado e formado nos seus ventres familiares no quarto de shabat em suas casas, no escondido o seu judaísmo. Nem sempre, pelo que vi, esse cripto-judaísmo é Judaísmo de fato, mas parte da tradição , o que não tem menor valor por isso, pois dá aos filhos e família uma base cultural que dá a possibilidade a seus filho de RETORNO. Que o Eterno ajude aos Carneiro e a outros sefarad no Brasil em sua caminhada.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-171" title="Judeus - Albert Einstein" src="http://bneianussim.files.wordpress.com/2009/02/albert_einstein-pqn.jpg?w=470&#038;h=611" alt="Judeus - Albert Einstein" width="470" height="611" /></p>
<p style="text-align:center;">Albert Einstein &#8211; Judeu de origem Alemã naturalizado Americano.</p>
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