Lopez (lopes) d’Almeida

Head of the embassy sent by Alfonso V. of Portugal to Pope Sixtus IV., in the year 1472. His mission was twofold: to congratulate the pope upon his accession, and to inform him of the king’s victory over the Moors of Arzilla, in Africa. Don Isaac Abravanel, who was prominent at the court, endeavored to induce the embassy at the same time to plead with the pope in favor of the Jews. He wrote to his Italian friend, Yeiel of Pisa, to perform all possible kindly offices toward Lopez d’Almeida and to win his good-will by impressing upon him the gratification of the Italian Jews at the generous attitude of Alfonso toward their coreligionists. The success of Abravanel’s effort is doubtful (see Sixtus IV.).

Bibliography: De Pina, Cronica de Affonso V., ch. 168;
Carmoly, Biographie der Jachjiden, p. 68;
Grätz, Gesch. d. Juden, 3d ed., viii.
328.H. G. E.

 

Imagem da Enciclopédia Judaica americana. Sobre Lopez D’Almeida

Imagem da Enciclopédia Judaica americana. Sobre Lopez D’Almeida

sarará

Por motivos de um provável anti-semitismo, recebemos noticias de que a nota existente anteriormente no site wikipedia foi retirado por um usuário do site. Bem, como na internet sabemos que muitos usam como querem e nem sempre a fonte contém informações gerais sobre o assunto, mesmo assim vamos continuar a busca pela tradição e informação de fatos históricos e nos livros que buscamos referencias. Se você pode nos ajudar, nos envie informações, histórias e fotos para nossa revista virtual, sua ajuda é muito importante para a continuidade de nossas informações.

 

Moderação da Revista Família Carneiro.

Publicado em:  on Dezembro 18, 2008 at 4:46 pm Comentários (1)

Herança judaica do Sertão sefaradita (sefardita)

Herança judaica do Sertão

Judeu sefarad

Foto meramente ilustrativa.

Fotos retiradas de:
http://www.flickr.com/photos/10227535@N08/

 

Vários traços da cultura judaica são observados no comportamento do homem sertanejo. Os judeus se refugiaram no Sertão nordestino, quando vieram da Europa para o Brasil, fugindo das perseguições da Inquisição. por BRUNO ALBERTIM  

Enquanto aguardam que o projeto sobre o assunto seja aprovado pelo Núcleo de Pesquisa Interdisciplinar de Judaísmo da Universidade Federal de Pernambuco e, assim, adquira respaldo científico, as pesquisadoras elencaram vários dos traços, verificados no interior do Nordeste, do povo que se espalhou mundo a fora fugindo de perseguições políticas e religiosas. Os dois mais fortes deles estão ligados à morte e a um dos ritos de celebração da vida, o casamento.

A despeito de outras razões, Graça Vieira explica o porquê do hábito sertanejo de jogar pedrinhas sobre túmulos, sobretudo nos identificados com cruzes improvisadas à beira das estradas. “Quando os judeus se deparam com o sagrado, com o além, eles costumam jogar pedras em sinal de reverência”, diz ela acerca dos objetos que fazem parte da paisagem de várias rodovias nordestinas.
Como os judeus cruzaram-se com os sertanejos é algo que se remete à descoberta do Brasil. A Europa vivia a Inquisição que os perseguia e os empurrava à conversão católica. Não há registros precisos de quantos, mas o que se sabe é que ‘cristãos novos’ vieram para o Brasil. “Eram famílias inteiras em busca de liberdade. Durante a ocupação holandesa, inclusive, muitos vão reassumir a condição hebraica”, diz Graça Viera.
Outro ritual fúnebre dos sertões, acredita a pesquisadora Graça Vieira, remanesce desse período. “Da mesma forma que os cristãos jogam flores nas catacumbas de seus mortos, os judeus têm o hábito de jogar terra. Antes de sair os mortos carregados em redes, os sertanejos mantém ainda o hábito de atirar punhados de terra na direção do funeral”, compara.
Com a reocupação portuguesa do Brasil, a partir de 1654, os sefarditas (ou sefaraditas), ou seja, os judeus provenientes da Penísula Ibérica, passam a sofrer novas perseguições. “Dados indicam que a maioria dos ‘cristãos novos’ se refugiou nos sertões”, diz.
Do encontro dos dois povos surge o hábito do endocruzamento, ou seja, a repulsa por elementos estranhos nos agrupamentos familiares. “Como os judeus, o povo dos sertões costumam casar entre si. Primos e primas da vários graus, tios e sobrinhas, etc”, conta. Não seria isso falta de opção das comunidades mais afastadas? “No meio de isolamentos rurais maiores, verifiquei vários micro-isolamentos”, responde. E por que teriam os judeus, conhecidos pela manutenção de suas comunidades, se misturado com brasileiros? “Para esconder a identidade judaica era interessante para os ‘cristãos novos’ casarem-se com os cristãos velhos,” diz. Daí, retomaram-se velhos costumes judaicos que, como querem mostrar as pesquisadoras, se estendem até os dias atuais.

 

Fontes:
http://bneianussim.wordpress.com/
http://jc.uol.com.br/

 

 

 

Contato com esse grupo:
familia_carneiro-subscribe@yahoogrupos.com.br

 

 

ORIGEM JUDAICA – cearenses, permanbucanos, Alagoanos, mineiros – Teshuvah.

ORIGEM JUDAICA
Nordestino pode virar cidadão israelense

O Sindicato Israelense de Comunidades das Vítimas dos Tribunais Inquisitórios (Haistadrut Haisraelit Lekehilot Haanoussim) está convocando os nordestinos de origem judaica, que desejam pleitear o direito de imigrar para Israel e receber todos os direitos próprios dos cidadãos israelense de origem judaica. O Chefe do Comitê Diretivo do Sindicato, Asher Ben-Shlomo, informou que essa iniciativa poderá beneficiar de 50 mil a 100 mil famílias nordestinas, com ascendência judaica.

De Israel, Asher Ben-Shlomo, falou ao telefone com o Diário do Nordeste e explicou que o Sindicato atua na linha de defesa dos direitos humanos. Segundo ele, essa seria uma forma de reparar direitos para a comunidade de judeus que se radicou no Nordeste do Brasil, ao mesmo tempo em que se retomaria às tradições, especialmente a religião que é a base da cultura nacional judaica.

Shlomo conta que a perseguição aos judeus na Península Ibérica durou o período compreendido entre os séculos XVI e XVII, quando a Igreja Católica considerou como atos criminosos a prática das tradições judaicas. Todo tipo de transgressão a esse pensamento estava susceptível à ameaça da queima da fogueira.

A idéia de resgate aos descendentes de perseguidos daquele momento histórico, de acordo com Shlomo, deve ganhar corpo a partir do julgamento de uma ação que está sendo movida no Tribunal Superior de Justiça, em Israel, tendo como réu o rabinato chefe de Israel os tribunais rabínicos daquele País. Com isso, pretende-se criar uma jurisprudência para que os judeus nordestinos possam migarem para Israel, desde que sejam comprovadas as caracterizações dos costumes judaicos portugueses.

Os judeus-nordestinos, que tiverem seus direitos reconhecidos, seriam destinados para a região Sul de Israel, onde poderiam ser instalados novos Kibutz, uma experiência de agricultura comunitária, que atua na produção de alimentos, como também na logística militar, como postos avançados com colonos com treinamento militar e armas.

Shlomo descarta que os judeus-nordestinos devam ser destinados para atividades militares, não obstante as forças armadas de Israel serem um grande empregador. A região é uma das mais conflituosas em torno da disputa da terra, especialmente com a comunidade palestina. Somente este ano, Israel pôde promover a retirada de 6 mil famílias na Faixa de Gaza, o que deu um alento para a paz no Oriente Médio.

“Nosso sindicato tem por finalidade a defesa dos direitos humanos. Acreditamos que Israel vive hoje uma situação que levará a paz para a região. É nesse âmbito que defendemos os direitos dos judeus nordestinos”, afirmou.

Descendente de judeus poloneses, sobreviventes do holocausto na II Guerra Mundial, Shlomo casou-se com uma alagoana, Cícera Henrique Shlomo, que se insere nas populações nordestinas judaicas.

SERVIÇO: Informações: bnei_hamedina@yahoo.com.br ou pelo
Telefone: 00-21-972-545-432956

Fonte: Diário do Nordeste, de 13 de outubro de 2005 (Fortaleza-CE)

www.bneianussim.wordpress.com

Publicado em:  on Dezembro 15, 2008 at 1:50 pm Comentários (6)

Lechá dodi

Lechá dodi likrat kala,

Penei shabat nekabelha.

 

Vem, meu amado, ao encontro da noiva.

O shabat aparece (chegou), vamos recebelo.

 

Publicado em:  on Dezembro 13, 2008 at 9:09 am Deixe um comentário