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Semana de 04/12 a 10/12 Sedra no. 39

Semana de 04/12 a 10/12 Sedra no. 39
Torá: Gn. 43:24-44:17 Tema(s): Yossef, sua taça e Binyamin.
Haftará: 2 Rs. 24 e 25; Is. 39 Tema(s): O exílio de Bavel.
B’rit Chadashá: Mt. 6 Tema(s): Agindo em secreto.
Shirim u’Chochmá: Sl. 39; Ec. 8 Tema(s): A pequenez do homem; A sabedoria, a obediência e a iniquidade.

 
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Publicado por em dezembro 3, 2011 em Yeshua

 

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Estudo para iniciantes

http://beitor.wordpress.com/2011/12/01/curso-para-iniciantes-o-novo-testamento-a-lei-e-a-grac%CC%A7a-curso-para-iniciantes/

Caso alguém tenha alguma dúvida sobre este estudo pode enviar responder este e-mail com as dúvidas e tentaremos responder.

Att.,

Benlev

 
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Publicado por em dezembro 3, 2011 em Yeshua

 

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Musicas e bençãos hebraico e aramaico para download

Irmãos, temos novidades no blog da Beit ‘Or, temos algumas músicas com conteúdo 100% Bíblico e bençãos para ajudar na prática das orações nas sinagogas. O conteúdo está em mp3 estamos preparando um material com voz e violão, nosso chaver Rephael Perez irá nos ajudar. Espero em breve postar o material em mp3 também para download gratuito.

www.beitor.wordpress.com

Shabat shalom.

Att.,

Ya’akov Benlev

 

AACD, eu apoio

AACD, eu apoio. para doar R$ 5,00 ligue 0500 12345 05 faça a jua doação, faça oque é justo.

AACD, eu apoio. para doar R$ 10,00 ligue 0500 12345 10 faça a jua doação, faça oque é justo.

 
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Publicado por em outubro 23, 2011 em tradição

 

Novas atividades no site

Recentemente foi enviada por e-mail uma notificação informando a transferência de domínio para nova administração do site. Estamos aos poucos preparando novos matérias e aos poucos fazendo uma transferência de conteúdo de maneira organizada. Não preocupem-se. Não afetará a forma de condução que tínhamos antes, porém as informações para os que assim desejarem terão mais objetividade. Espero que haja mais cadastro e mais pessoas participem.

Att.,

Ya’akov Benlev Ben Yehudah.

 
 

Piratas do caribe? – Judeu sefardita – Sephardic Jew – יהודי ספרדי

Você já ouviu contos de pirata? Com certeza. Mas já ouviu histórias sobre um pirata judeu sefardita? Pois é. Para conhecer mais sobre a cultura judaica e em especial aqui citamos a fascinante história do pirata judeu sefardita.

Jean Lafitte – Judeu sefardita - Sephardic Jew - יהודי ספרדי

Jean Lafitte – Judeu sefardita - Sephardic Jew - יהודי ספרדי

Yet tales of Jewish piracy, which stretch back thousands of years, aren’t in the public’s consciousness, and Hollywood even has been known to remove a pirate’s Jewish background. No entanto, contos de pirataria judaica, que remontam a milhares de anos, não são facilmente encontradas no conhecimento do público e até mesmo Hollywood tem sido removidas as origens judias de um pirata. As a result, we’re stuck with portrayals of pirates as wayward English seamen on a murderous rampage. Como resultado, nós estamos presos com retratos dos piratas como indócil marinheiros Ingleses numa fúria assassina.
But now a forthcoming book hopes to change that image by focusing on Ladino-speaking Jews whose piracy grew out of the Inquisition. “The Jewish pirates were Sephardic. Once they were kicked out of Spain [in 1492], the more adventurous Jews went to the New World,” said Ed Kritzler, whose yet-untitled book on Jewish pirates will be published by Doubleday in spring 2007.Um livro pode mudar por completo essa imagem, focado na fala de um judeu Ladino cuja pirataria cresceu fora da Inquisição. “Os piratas judeus do caribe. Uma vez que eles foram expulsos de Espanha [em 1492], os aventureiros judeus foram para Novo Mundo “, disse Ed Kritzler, que descreve em seu livro sobre piratas judeus publicado em 2008 pela Doubleday.

A historia da “pirataria” e navegação dos judeus é muito mais antiga do que se imagina. Muitos judeus participaram de viajes marítimas em Grandes Cruzadas. Na época do Segundo Templo (1 Séc EC) o historiador Flávio Josefo faz registros históricos de Hircano Aristóbulo acusado de “atos de pirataria marítima”

Esses não são piratas como acredita-se convencionalmente. Boa parte destes não aceitaram a imposição e lutavam contra regras opressivas e lutavam por liberdade. É algo que hoje é vastamente apregoado e comentado, porém em suas épocas isso era absolutamente contra o modo comum de comportamento comum, pois subjugo era aplicado em amplitude na sociedade. É difícil precisar a quantidade exata ou até parcial de quantos judeus eram piratas, até porque muitos viviam o cripto judaísmo (os chamados bnei Anussim), devido o grande numero de conversões forçadas ou impostas pela Inquisição em toda a extensão da península ibérica.

Alguns estudiosos dizem que por motivo de vingança ou para angariar recursos para fortalecer a comunidade Sefaradita, alguns judeus como Samuel Pallache assumiram a pirataria para justificar seus propósitos. Samuel Pallache afirmava que a pirataria seria para dar uma vida melhor para os judeus expulsos da Espanha no período da inquisição.

Imagem de Samuel Pallache:

Samuel Pallache – Judeu sefardita  - Sephardic Jew - יהודי ספרדי

Samuel Pallache – Judeu sefardita - Sephardic Jew - יהודי ספרדי

Um dos piratas chamado Moisés Cohen Henriques, ajudou a planejar um dos maiores roubos da história contra a Espanha. In 1628, Henriques set sail with Dutch West India Co. Admiral Piet Hein, whose own hatred of Spain was fueled by four years spent as a galley slave aboard a Spanish ship. Em 1628, Henriques partiu com o holandês West India Co. Almirante Piet Hein, cujo ódio à Espanha foi alimentado por quatro anos como escravo da cozinha a bordo de um navio espanhol. Henriques and Hein boarded Spanish ships off Cuba and seized shipments of New World gold and silver worth in today’s dollars about the same as Disney’s total box office for “Dead Man’s Chest.” Henriques e Hein embarcaram navios espanhóis de Cuba e apreenderam carregamentos de ouro Novo Mundo e prata no mesmo valor em dólares de hoje total que a Disney recebeu pelo filme “Piratas do Caribe”. Henrriques montou sua própria ilha de piratas ao largo da costa brasileira posteriormente, e apesar de seu papel na invasão, foi divulgado durante a inquisição espanhola, que foi capturado.

 

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Nessim Gaon – نسيم جاعون – יהודם ספרדים – Judeus sefaraditas

Nessim Gaon ( árabe : نسيم جاعون, pronunciado) (nascido em 1922, em Cartum , Sudão ) é um suíço financista que criou a empresa Noga. Fora do mundo dos negócios, ele tem sido muito importante em assuntos judaicos, na qualidade de presidente da World Sephardi Federation (Federação Sefardíta Mundial) desde 1971. Ele também foi vice-presidente do Congresso Judaico Mundial e presidente do conselho de governadores da Universidade Ben-Gurion do Negeb , em Israel .

Nascido no Sudão, e de família de judeus turcos do Egito.

Além de todas as mensagens Gaon realizou no mundo de organizações judaicas, ele é também fundador, construtor e membro do Hekhal Haness Sinagoga de Genebra.

 

Orgulho de ser nordestino – Judeus

Hoje os moderadores do grupo que organizam as matérias e fomentam o grupo estiveram comentando como esse grupo tem ajudado famílias na reestruturação desse galho da arvore genealógica que algum tempo estava perdido. Foi comentado que por falta de conhecimento ou perda de identidade muitos tinham vergonha do sobrenome ou de uma tradição ou até mesmo de características físicas, mas que hoje depois da aceitação e do resgate das suas origens pode-se entender melhor de onde viemos e para onde vamos. Por muito tempo alguns da região sudeste ficavam com vergonha e escondiam as origens nordestinas.

Hoje é motivo de orgulho, padrão e modelo para o mundo. Muitos até então buscavam as origens judaicas em Portugal ou Espanha, mas depois de descobrir que de fato houve uma “limpeza étnica” e que os sephardic foram isolados no nordeste do Brasil, a identidade renasce e o orgulho de ser quem é remonta um espírito nacionalista e não busca mais pelo estrangeirismo. Não buscamos mais o reconhecimento de quem somos e perdemos o medo de se esconder. Uns poucos resistentes abrem os olhos daqueles que só ficam sabendo do resgate pelos meios de comunicação. Somos o que somos. Não somos portugueses, seus antepassados torturaram nossas famílias. O Brasil é nosso exílio.

Exílio esse que se tornou nosso lar e aos poucos tomam a primazia étnica como se eles fossem nossas origens. Nossa origem é Avraham (Abraão) e Guardamos nossas tradições, criamos outras e vamos continuar a espera da grande reunião, quando estaremos reunidos em Israel por Mashiach. Mesmo que alguns não retornem ao judaísmo, ainda sim seremos uma família judaica. Podem tentar escapar culturalmente ou religiosamente, mas no fim sabem quem são e retornaram em breve.

Recebemos noticias no blog que alguns já fazem reuniões e já voltaram a pratica do casamento entre os de mesma raiz familiar abandonando o medo tradicional que alguns tinham recebido por imposição da inquisição.

A Israel moderna, passa por problemas de disputa de terras, nós por opressão étnica e disputa pelas origens. Não importa se são Filisteus, palestinos, portugueses, turcos ou persas, a questão não é étnica. A questão é que os nomes mudam, mas os desafios permanecem os mesmos.  A inquisição portuguesa feriu de maneira muito forte os sefaradi a ponto de perdermos a noção de onde é a nossa origem e a ponto de não sabermos onde fica a ponta da corda para o retorno. Mas a resposta é simples. Simplesmente inicie pelo inicio e em casa. Depois o restante acontece.

Judeus de origem nordestina, do sudeste, do centro-oeste ou do sul. Não importa. Não há diferença se nossos nomes são em português, alemão, polonês ou em árabe. Não importa se nosso nariz é fino ou alongado, redondo ou pontudo. Não importa se fosse parece um Sefaradí ou um Azkenazi, você faz parte disso, você está junto conosco e não pode abandonar a causa pela ciência das origens do nosso povo e para onde vamos. Nosso coração é israelita.

 

holocausto, massacre no Suriname e inquisição.

A comunicação a seguir é algo que vem acontecendo freqüentemente. Não vamos discutir aqui se as idéias a seguir são corretas ou incorretas, coerentes ou incoerentes, a questão não é discutir opiniões, mas discorrer e dar subsídios a fatos que estão ocorrendo em nossa comunidade e ocorrendo cada vez com mais freqüência. Por termos recebido esse e-mail de modo tardio, creio que não gere muitas discussões por agora e nem é esse o foco. O foco, é claro é falar sobre tolerância que é um dos pontos principais das “lei de moshé”, bem mais que isso, é o Legado que o Eterno deixou para um povo de sua propriedade exclusiva.

Shemot (Êxodo) 22 - O estrangeiro não afligirás, nem o oprimirás ; pois estrangeiros fostes na terra do Egito(terra dos limites).

Vayikrah (Levíticos) 24 - Uma mesma lei tereis [no sendito de palavra para legislação e igualdade]; assim será para o estrangeiro como para o natural; pois eu sou o HaShem Elohim [no sentido de ser poderoso].


Deopis desta introdução seguem tanto o e-mail que recebemos, quanto o que feio no corpo de e-mail. Essa postagem serve apenas para ressaltar que ainda existem pessoas que fazem diferença entre pessoa e pessoa, nossa intenção é esclarecer e derrubar algumas barreiras negativas para mostrar que há positividade no respeito e no amor ao próximo. Ouvimos muito falar que o Brasil é um país sem preconceitos e isso não é uma verdade absoluta. Temos em grupos familiares sofrido de preconceito e discriminação, principalmente pelas classes que no passado mais sofrerem com o racismo. Será que esses grupos de defesa étnica e cultural não aprenderam nada com as diferenças? Precisamos abrir os olhos e ver que o Brasil está cheio de índios sem raiz, deslocados de sua raiz indígena. Existem persas não sabendo qual é a sua raiz, existem negros que desconhecem suas raízes, existem árabes que se perderam de sua raiz, e brancos que simplesmente ignoram sua identidade. Um povo precisa se conhecer para poder evoluir e é isso que estamos tentando fazer, nos conhecer.

O melhor a fazer nesses casos é ler as opiniões sobre o assunto e refletir. Faça você também o mesmo.

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Relato de “X” sobre o holocausto – e-mail recebido em 2010.

Existem muitos outros “pequenos holocaustos” acontecendo como no caso do Suriname que vários Brasileiros (nordestinos) foram mortos por Etnias locais por supremacia de idéias racistas e disputas pessoais. E muitas pessoas morreram e outras feridas por causa de uma briga e um grupo se acreditava superior ao outro, ao ponto de não querer “ficar por baixo”.

Estou encaminhando o e-mail por que acredito que seja uma boa reflexão.

De: “Y”
Enviada em: quinta-feira, 28 de janeiro de 2010 00:29
Para: “X”
Assunto: der ewige jude

Ontem um amigo meu me enviou um e-mail indignado por que disse que eu não estava apoiando o protesto da data do dia 27/01 lembrando o holocausto em Auschwitz dos Judeus Azkenazim (Alemães). Segundo ele os Judeus Sefaradim orientais (ladinos, Turcos, americanos e ibéricos) deveriam apoiar os Azkenazim (Alemães). Bem, comentei com ele que a história era diferente e que cada um tem seu cunho histórico cultural e os Azkenazim nem sempre se dão tão bem com os Sefaradim e que o Holocausto nazista foi terrível, mas ninguém lembra do nosso holocausto sofrido na Santa inquisição que foi tão grande quanto e talvez tão cruel quanto. Mesmo assim concordei com ele e de fato independente da cultura, Etnia, credo ou raça devemos lembrar das atrocidades com tristeza para que elas não se repitam. Talvez se as pessoas lembrassem da “Santa Inquisição” com o horror que lhe é devido, talvez o holocausto não tivesse ocorrido. Por isso dou meu apoio para qualquer etnia que queira lembrar sua história.

Velho judeu sefarad

Velho judeu sefarád

Não vou enviar imagens de pessoas mortas ou torturadas, pois isso é horrível, já basta o horror que é lembrar que foram feitas coisas terríveis com pessoas. Mesmo assim creio que imagens marcam a história e nos fazem lembrar melhor algo que nos foi contato. Escolhi somente as ilustrações publicadas nos jornais Nazistas para mostrar a raiva e o ódio contra os SEMITAS, pois cria-se que a divindade cristã deveria ser ariana e não semita e os Nazistas mataram os que não eram miscigenados com os Alemães na Europa e foi assim que hoje não se vê mais judeus europeus com características SEMITICAS (de maneira geral as características árabes).

Ilustração preconceituosa de um judeu idealisando os conceitos racistas do nazismo

Ilustração preconceituosa de um judeu idealisando os conceitos racistas do nazismo

Segue então as ilustrações das chacotas dos Nazistas. Pode deixar que não vou mandar imagens de mortos e com sangue.

Que haja sempre respeito e seriedade quanto a crenças, religiões, etnias e solidariedade. A indignação de meu amigo me despertou que coisas assim podem estar perto de acontecer se não protestarmos contra. Precisamos ser solidários a dor de outros. Deixei meu egoísmo e optei pela solidariedade. Façamos o mesmo.

judeu

judeu

judeus x nazismo

judeus x nazismo

o motivo deu estar maandando esse e-mail é que devemos pensar, será que estamos no Brasil iniciando uma barreira cultural e dando os primeiros passos para um nazismo religioso, cultural e etc. Muitos falam sobre portugal e Africa ao falar sobre cultira brasileira, mas pouco se fala sobre os Árabes, Indios, Persas, Holandeses, Franceses, Judeus Azkenazim ou sefará, desmerecemos os nordestinos e mudamos as origens de sua cultura. Precisamos abrir espaço e dizer aos nossos filhos você veio do papai e da mamãe, papai é persa, fomos um grande povo no passado, ou mamãe é de familia indigena e cuidamos dessa terra antes da chegada dos colonos de portugal. Precisamos entender de onde vieram os Brasileiros.

 

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O perigo de se gabar – origem da palavra gabar

O perigo de se gabar

Muitos se gabam da contribuição que deram cultural étnica e social ao Brasil e se dizem maioria na construção cultural deste que chamamos nosso país. Mas de fato de onde vem a palavra gabar, ou a expressão “se gabar”. Bem segundo estudos léxicos de construção da língua a palavra gabar vem do hebraico antigo גבר (gabar) que significa prevalecer, ter força, ser forte, ser poderoso, ser valente, ser grande, confirmar, dar força, agir orgulhosamente, mostrar-se valente. Ou seja se gabar seria dizer de si mesmo todas essas qualidades ou pronuncia-las em publico para que os outros pensem que as tem. A palavra divide raiz com גבר geber homem, homem forte, guerreiro (enfatizando força ou habilidade para lutar), podendo significar soldado.

Parece muita coincidência que a raiz dessa palavra tenha tantas coisas em comum com o sentido da palavra que usamos no português, mas poucos falam sobre isso. Não é querendo nos “gabar”, mas de fato parte da contribuição cultural dada por nossos antepassados foi por muito tempo escondida para agora, aos poucos ser revelada e trazida a tona. Os judeus que não se gabaram, deixaram o gabar-se para a lingüística fazê-lo e mostrar que sempre estivemos aqui, escondidos e deixando as migalhas de pão para  que outros “Geberim” herdassem nosso legado que vale bem mais que Cacife (dinheiro em hebraico).

 
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Publicado por em abril 6, 2010 em apelido, brasileiro, cultura e folclore

 

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